Blog Meio Ambiente

Postado em 18 de Outubro às 16h18

Ação recolhe medicamentos vencidos neste domingo em Chapecó

Meio Ambiente (64)

Ponto de coleta estará à disposição dos chapecoenses, das 14h às 18h, na Avenida Getúlio Vargas

Você sabia que cada habitante brasileiro produz, em média, 1,2kg de resíduos de saúde por ano? São remédios vencidos ou sobras, descartes de vacinas e curativos ou materiais usados em procedimentos clínicos que, muitas vezes, por desconhecimento, acabam descartados no lixo comum ou diretamente no meio ambiente.

Segundo o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), o Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos no mundo, contribuindo massivamente para um acúmulo de resíduos medicamentosos no planeta, projetado em 12,5 milhões de toneladas nos últimos 50 anos. Cerca de 20% de todos os medicamentos utilizados no mundo são descartados de forma irregular.

O impacto desta ação é desastroso. Vai desde a intoxicação acidental de crianças e adultos até a contaminação da água e do solo, causando danos ao meio ambiente e à saúde pública.

Pensando nesses números, neste domingo (20/10), o Grupo Servioeste participa da ação Lixo Zero em Chapecó, promovida pela Prefeitura do município. Das 14h às 18h, na Avenida Getúlio Vargas, que será fechada entre as ruas Marechal Floriano Peixoto e Quintino Bocaiúva, o Grupo disponibilizará um totem do Capitão Reverso para a coleta de medicamentos vencidos.

“Muitas pessoas não sabem que os medicamentos vencidos devem ser descartados em locais específicos, que são os postos de saúde e as farmácias que fazem o recolhimento, de onde a Servioeste coleta e faz a destinação final. É importante este descarte correto, porque esses resíduos têm propriedades físicas e químicas que contaminam o meio ambiente e, por isso, devem ser recolhidos e incinerados”, detalha a engenheira ambiental da Servioeste, Dalila Gonçalves.

O Capitão Reverso é o mascote do programa de logística reversa implantado pela Servioeste no ano passado, com a disponibilização de totens às unidades de saúde para o recolhimento de remédios, tratamento e destinação final. Todo e qualquer medicamento vencido ou sobra dele deve ser descartado nestas unidades e não pode ser jogado no lixo comum.

Atualmente, são 700 pontos distribuídos pelo Brasil. 

Depois de coletados, os medicamentos são transportados pela Servioeste até as Centrais de Tratamento – são 10 em todo o Brasil – onde passam por incineração ou autoclavagem para depois serem destinados no aterro sanitário.

Semana Lixo Zero

Além da coleta de medicamentos, a ação deste domingo na Avenida Getúlio Vargas contará com exposições, central de doações e entrega de roupas e alimentos, artesanato, apresentações culturais e rua da lazer. A atividade marca a abertura da Semana Lixo Zero, que acontece de 20 a 27 de outubro no município. 

Servioeste

O Grupo Servioeste, pioneiro no tratamento de resíduos de serviço de saúde, acaba de completar 20 anos e conta com mais de 400 colaboradores em 10 unidades, localizadas em sete estados do Brasil. 


Postado em 17 de Outubro às 15h40

Servioeste capacita servidores do Hospital Paraná

Meio Ambiente (64)Saúde (24)

Treinamento em Maringá pautou a destinação correta de resíduos de serviço de saúde

Como deve ser feita a segregação dos resíduos gerados nas unidades de saúde? Depois de separados corretamente, de que forma devem ser acondicionados para não comprometer e para facilitar o trabalho de coleta, tratamento e destinação final dos materiais recolhidos? Estes foram os temas abordados no treinamento da Servioeste concedido a 50 servidores do Hospital Paraná, em Maringá, nesta quinta-feira, 17.

Os servidores de diversos departamentos aprenderam o passo a passo do tratamento de resíduos de saúde feito pela Servioeste, desde a coleta do material, passando pelo transporte em caminhões licenciados, até os processos de tratamento – incineração, autoclavagem e tratamento de gases – e disposição final em aterros sanitários.

De acordo com a Engenheira Ambiental e Sanitária da Servioeste em Maringá, Letícia Sussai Manzano, a capacitação é importante, já que todo o processo de tratamento inicia na segregação dos resíduos, hoje, maior gargalo do setor.

“Os treinamentos aumentam a eficácia dos serviços da empresa, ampliando o conhecimento dos clientes sobre segregação, tratamento e disposição final dos resíduos, até porque todos geram resíduos em seus processos de trabalho e têm a responsabilidade de evitar que eles causem impacto ambiental e na saúde pública”.

Grupo Servioeste

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria em licenciamento e projetos ambientas. Também, comercializa produtos para o acondicionamento dos resíduos.

A empresa ainda coleta, transporta, trata e destina resíduos de cemitérios e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real, na qual são lançados os tipos e a quantidade dos resíduos coletados, garantindo a segurança dos clientes.

Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite, bem como seguro ambiental.


Postado em 04 de Outubro às 08h26

O caminho dos resíduos de saúde!

Meio Ambiente (64)

Conheça como é feito o tratamento e qual é o destino correto dos resíduos gerados pelos serviços de saúde

Você sabia que cada habitante brasileiro produz, em média, 1,2kg de resíduos de saúde por ano? São remédios vencidos ou sobras, descartes de vacinas e curativos ou materiais usados em procedimentos clínicos que, muitas vezes, por desconhecimento, acabam descartados no lixo comum ou diretamente no meio ambiente.

Segundo o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), o Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos no mundo, contribuindo massivamente para um acúmulo de resíduos medicamentosos no planeta, projetado em 12,5 milhões de toneladas nos últimos 50 anos.

O impacto desta ação é desastroso. Vai desde a intoxicação acidental de crianças e adultos até a contaminação da água e do solo, causando danos ao meio ambiente e à saúde pública.

Legislação

Para reduzir este impacto, desde 2010 a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) trouxe, por meio da Lei nº 12.305/2010 e do Decreto nº7404/2010, um novo marco regulatório para a gestão de resíduos sólidos no País. A partir dele, de normativa da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e de resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabelecidas em 2016 e 2018, todos os geradores de resíduos de saúde precisam implantar a logística reversa de medicamentos de uso humano vencidos e/ou em desuso descartados pelos consumidores. Também precisam adotar boas práticas nas etapas de coleta, armazenamento temporário e coleta externa dos medicamentos vencidos.

Entre os consumidores e os geradores de resíduos, está a Servioeste, empresa pioneira especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde, com certificações específicas da Anvisa e de órgãos ambientais.

A empresa se tornou Grupo Servioeste e acaba de completar 20 anos, com mais de 400 colaboradores e 10 centrais de tratamento em sete estados do Brasil. Estas unidades perfazem 100 mil habitantes, os quais geram 192 mil toneladas de resíduos de serviço de saúde (RSS) por ano.

Desde o ano passado, a Servioeste também atua na logística reversa de medicamentos, disponibilizando totens às unidades de saúde para o recolhimento de remédios, tratamento e destinação final. Todo e qualquer medicamento vencido ou sobra dele deve ser descartado nestas unidades e não pode ser jogado no mesmo local do resíduo comum ou do reciclável.

De acordo com a engenheira ambiental da empresa, Caroline Beutler, os resíduos de serviços de saúde podem ser infectantes (descartes de vacinas, gases, luvas, curativos), químicos (medicamentos vencidos ou sobras) e perfurocortantes (lâminas, agulhas, ampolas de vidro). Para cada um, existe uma destinação correta, regulamentada pela RDC 222 da Anvisa, de 28 de março de 2018.

“São resíduos com algum tipo de contaminação, biológica ou química. Por isso, esses resíduos devem ser encaminhados para tratamento e disposição final adequados. No caso das substâncias infectantes e resíduos perfurocortantes, em geral, são encaminhados para o tratamento por autoclavagem, que é a esterilização, enquanto os resíduos químicos vão para a incineração. Ambos, após o tratamento, são dispostos em aterros sanitários”.

Para entender melhor como se dá o processo de coleta, transporte, tratamento e destinação final destes resíduos, criamos uma ilustração que detalha o trabalho desenvolvido pela Servioeste. Confira clicando na imagem que acompanha este conteúdo. 

Grupo Servioeste

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria em licenciamento e projetos ambientas, além de comercializar produtos para o acondicionamento dos resíduos. A empresa também coleta, transporta, trata e destina resíduos de cemitérios e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real, na qual são lançados os tipos e a quantidade dos resíduos coletados, garantindo a segurança dos clientes. Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite, bem como seguro ambiental.

A partir deste ano, a empresa também passa a tratar resíduos urbanos e industriais, expandindo mercado e abrindo novos segmentos.


Postado em 24 de Setembro às 08h36

Resíduos de cemitério precisam de tratamento e destinação final

Meio Ambiente (64)

A tradição de enterrar pessoas mortas começou 60.000 a.c. e os cemitérios surgiram a partir das primeiras noções de higiene pública, inicialmente instalados ao lado de igrejas. Devido ao risco de contaminação e com o surgimento das leis ambientais, os sepultamentos foram proibidos nas cidades, porém muitos cemitérios acabaram incorporados à expansão dos centros urbanos.

O que ocorre é que os cemitérios são considerados grandes geradores de resíduos, com reflexos diretos na saúde pública, por serem potenciais contaminadores do meio ambiente. Os resíduos (não humanos) provenientes da exumação, por exemplo, são considerados contaminados e devem ter destinação adequada. São caixões de madeira, lápides, tampões de concreto e resíduos de construção civil. O Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) determina que os resíduos de cemitério não podem ser descartados no lixo comum e devem receber tratamento específico e destinação correta.
Esse trabalho é prestado pela Servioeste, empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde. Os resíduos de exumação gerados em cemitérios (não humanos) são considerados do grupo A – infectantes.

O tratamento determina acondicionamento em sacos de coloração vermelho, específicos para este tipo de resíduo, e identificação de substância infectante. Assim que coletado, o resíduo é transportado em bombonas até a central de tratamento, dentro de caminhão baú fechado, específico para este tipo de carga. Na central de tratamento, os resíduos são incinerados e destinados no aterro.

A engenheira ambiental da Servioeste, Caroline Beutler, explica que é preciso responsabilidade no manejo dos resíduos de cemitério devido ao risco de contaminação (água e solo) que eles representam para o meio ambiente e saúde pública.

“É preciso visualizar o cemitério como uma empresa, que gera diferentes tipos de resíduos. A implantação de uma gestão adequada de resíduos permite o reconhecimento da classificação e o encaminhamento adequado de cada um. Nesse ponto, ter um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde no cemitério pode fazer toda a diferença”.

Com o tratamento específico e destinação correta, estima-se que em cada exumação cerca de 35 quilos de resíduos de cemitérios deixem de contaminar o meio ambiente.
Por lei, os corpos podem ser exumados após três anos do sepultamento, quando os restos mortais são colocados em caixas ossuárias.
 


Postado em 05 de Agosto às 08h55

Dia nacional da saúde destaca a importância do destino correto dos resíduos de saúde

Meio Ambiente (64)Projetos e Ações (6)

Você sabe qual a importância de dar o destino correto dos resíduos de saúde (RSS)? Hoje, 5 de agosto, é o dia nacional da saúde, que serve para promover a conscientização sobre o bem-estar social, incluindo as práticas sustentáveis.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), são produzidas por ano no Brasil, cerca de 260 mil toneladas de RSS, uma média de 1,2kg/ano por pessoa. Se toda essa produção fosse destinada para aterros comuns, causaria danos graves ao meio ambiente. Ainda segundo a Associação, 27% dos municípios brasileiros seguem destinando seus resíduos de saúde sem declarar o tratamento prévio.

Os resíduos de saúde não são gerados apenas por hospitais, mas também clínicas médicas e veterinárias, necrotérios, instituições de ensino e pesquisa, estúdios de tatuagens, salões de beleza e os próprios consumidores. Estes resíduos precisam ser tratados e destinados adequadamente já que podem causar riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

O processo de destinação inicia com a elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos que aponta o ramo de atividade, que tipo de resíduos produz e como serão as etapas do manejo desde a geração até a destinação final. O plano é obrigatório e deve estar de acordo com as exigências dos órgãos competentes.

Cada resíduo gerado precisa ser separado e acondicionado em embalagens correspondentes ao seu grupo de classificação: infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes. O armazenamento dever ser em local adequado, para que em seguida, aconteça a coleta e o transporte até a destinação final.

O consumidor que compra remédio na farmácia ou retira na unidade de saúde, no caso de sobra ou de vencimento de medicamento, deve retornar aos postos de saúde ou instituições que fazem a logística reversa. Desde 2018 a Servioeste atua no projeto de logística reversa de medicamento com distribuição de ecopontos para coleta.

Servioeste

A Servioeste, que atua no mercado há 20 anos, é especialista em coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde. A empresa atende mais de 16 mil clientes espalhados por cerca de duas mil cidades do Brasil.

Assim que chegam à central de tratamento, os resíduos de saúde são encaminhados para o tratamento que acontece de acordo com sua classificação, sendo realizado através dos processos de autoclavagem ou incineração. Com o tratamento o risco associado ao resíduo é eliminado e ele passa a ser considerado resíduo não perigoso.

A analista de processos ambientais da Servioeste, Letícia Sussai Manzano explica que o descarte de resíduos de saúde precisa ser feito de maneira correta para evitar riscos à população e ao meio ambiente.

“Esses materiais RSS são capazes de provocar doenças, além de contaminar à água e o solo, causando infecções diversas e vários danos a saúde. Por isso é tão importante conscientizar a população sobre as proporções desses perigos, quanto ao seu risco físico, químico e biológico para que seja feito o descarte de maneira correta e adequada”.

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde, a Servioeste também realiza a gestão de resíduos aeroportuários, logística reversa de medicamentos, licenciamentos, projetos e assessorias ambientais.

Dia Nacional da Saúde

O dia nacional da saúde foi instituído com a intenção de promover a conscientização sobre a importância dos cuidados com o corpo. A data foi escolhida em homenagem ao dia de aniversário do sanitarista Oswaldo Cruz, que fez importantes contribuições para o combate e erradicação das epidemias da peste, febre amarela e varíola no Brasil. Ele foi responsável pela criação da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz e da Academia Brasileira de Ciências.
 


Postado em 10 de Julho às 11h08

Servioeste presta serviço de consultoria ambiental

Meio Ambiente (64)

Sustentabilidade: legislação prevê que empresas sejam responsáveis pelo impacto que suas atividades causam ao meio ambiente

O licenciamento ambiental é um instrumento de uso das administrações públicas que visa o controle das atividades humanas que interferem nas condições ambientais e tornou-se obrigatório no Brasil em 1981, através da Lei 6.938/81. É uma forma de conciliar o desenvolvimento econômico com a sustentabilidade. Não estar atento à legislação é passível de penalidades que vão desde advertências e multas, até a paralização temporária ou definitiva das atividades do estabelecimento. Por isso, todo empreendedor sabe a importância que o assunto tem, e a necessidade de entender e realizar os processos corretamente para não ter problemas legais junto aos órgãos de fiscalização ambiental.

A melhor forma de garantir a regularização das questões ambientais é buscar auxílio técnico. A Servioeste, que atua há 20 anos no ramo de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, é especialista em prestar consultoria no desenvolvimento de estudos e projetos ambientais necessários ao licenciamento ambiental. Através de sua equipe técnica, a empresa consegue assessorar o empreendedor analisando todos os potenciais riscos de seu empreendimento e elaborando os estudos, projetos e levantamento da relação de documentos necessários para o encaminhamento do licenciamento ambiental. A Servioeste também presta consultoria aos estabelecimentos que precisam desenvolver um plano de gerenciamento de resíduos, documento elaborado por um profissional técnico qualificado, cujo objetivo é apontar o ramo de atividade, que tipo de resíduos produzem e como farão a destinação final dos mesmos. Nestes casos, são indicados ainda, o acompanhamento e o treinamento de colaboradores para garantir a eficácia no processo.

A engenheira ambiental do Grupo Servioeste, Caroline Beutler, explica que as empresas precisam ficar atentas às suas responsabilidades ambientais para evitar problemas com a legislação.

“Ter orientação é fundamental para garantir que os encaminhamentos sejam feitos de forma correta. Um profissional qualificado poderá indicar qual é a documentação, estudos e projetos necessários para o licenciamento, analisando as condições de risco do estabelecimento e a legislação pertinente. Ele deve mostrar ao órgão ambiental se o empreendimento causará algum dano ao meio ambiente e como isso será resolvido para que a atividade possa ser realizada. Nós realizamos consultoria ambiental justamente para dar amparo nos trâmites quanto aos estudos ambientais e também, na execução de planos de gerenciamentos de resíduos”.

O que é um plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS)?

É um documento elaborado por um profissional técnico qualificado, que identifica a tipologia e a quantidade de geração de resíduo, informando como serão as etapas do manejo desde a geração, segregação, acondicionamento, identificação, classificação, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final.

Quem precisa fazer o PGRS?

Todas as empresas que geram qualquer tipo de resíduo relacionado às áreas de saneamento urbano, rejeitos domésticos, hospitalares, materiais químicos ou periculosos, indústrias de todo porte e empresas ligadas à atividade mineradora.

O que é licenciamento ambiental?

É o procedimento administrativo pelo qual o órgão competente licencia a localização, instalação, ampliação e operação, depois de avaliar o impacto ambiental que a atividade pode causar.

Quem precisa de licença ambiental?

Todas empresas cujas atividades utilizam recursos naturais ou que sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras.


Postado em 27 de Junho às 17h39

Servioeste apoia projeto que transforma caixas de leite em revestimento de casas

Meio Ambiente (64)

Iniciativa foi apresentada na III Semana do Meio Ambiente realizada pela empresa

Ao invés de ir para o lixo, caixas vazias de leite são transformadas em placas térmicas que são utilizadas para revestir paredes e melhorar o conforto térmico de quem vive em casas de madeira que possuem frestas. A iniciativa é desenvolvida por voluntários que fazem parte do programa Brasil sem Frestas e tem o apoio do Grupo Servioeste. O principal objetivo é melhorar as condições do ambiente, interferindo diretamente na qualidade da saúde dos seus moradores.

As atividades do Brasil sem Frestas iniciaram em 2009, em Passo Fundo/RS, quando a química Maria Luisa Camozzato preocupou-se com famílias em situação de vulnerabilidade depois de uma tempestade. Percebendo a dificuldade das pessoas em conviver com o frio e a umidade, ela viu uma alternativa na utilização de caixas de leite como isolante térmico. Com a ajuda de amigos, iniciou a coleta, corte e costura das caixas, formando as placas térmicas que permitiram às famílias atingidas um conforto imediato. Logo, o programa se espalhou para várias regiões do país e, atualmente, é desenvolvido em mais de 20 cidades do Brasil.

Para revestir um espaço de 30m², são necessárias cerca de 2.000 caixas de leite. Para garantir o seu aproveitamento, é importante que elas sejam bem higienizadas antes do descarte, para evitar contaminação, e cortadas de forma correta, sempre bem próximo às extremidades.

Em Chapecó/SC, o programa Brasil sem Frestas iniciou em julho de 2018 e é desenvolvido com a colaboração de 50 voluntários. Até agora, 14 casas receberam o revestimento. Há 15 pontos de coletas de caixas de leite na cidade e um em Quilombo/SC. Assim que são recolhidas, as caixas vão para a central, que fica na sede da Cruz Vermelha, onde quatro vezes por semana os voluntários fazem a seleção, corte, limpeza, separação e costura. As caixas que não podem ser aproveitadas por estarem sujas ou estragadas são encaminhadas ao grupo de recicladores do município, que as vendem para uma fábrica de telhas.

O trabalho desenvolvido pelo Brasil sem Frestas e a importância na vida das pessoas beneficiadas foi o tema da palestra que abriu a programação da III Semana do Meio Ambiente da Servioeste, em Chapecó. Márcia Adriana Lago, que é coordenadora do programa no município, falou durante 40 minutos aos colaboradores da empresa sobre a iniciativa que vem ajudando muitas famílias.
“As pessoas precisam conhecer nosso programa para saberem que podem colaborar. A confecção e aplicação das chapas térmicas tem objetivos claros: melhorar a saúde pública, retirar do meio ambiente um produto de alta durabilidade e fazer o que chamamos de reciclagem direta. Agora estamos em busca de um espaço mais amplo para melhorarmos as nossas condições de trabalho”.

Programação

O segundo e último dia das atividades da Semana do Meio Ambiente acontece nesta sexta-feira, 28, também no auditório da sede da matriz Servioeste, em Chapecó. Desta vez, o assunto será o consumo sustentável, com cases das empresas Solar Orgânicos e aplicativo Moeda Verde.

A engenheira ambiental Caroline Beutler ressalta que a programação da Semana do Meio Ambiente é desenvolvida para os colaboradores da Servioeste, com a intenção proporcionar um momento de debate, aprendizado e conscientização sobre temas ambientais.

“Todo conhecimento compartilhado deve ser usado como ferramenta para o desenvolvimento de boas práticas sociais e sustentáveis. Buscamos despertar o interesse por assuntos que fazem parte do nosso dia a dia e que podem, através de atitudes simples, melhorar a vida de muitas pessoas”, destaca.


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Extinção das abelhas é uma ameaça também a nós24/05/17 Reza a lenda que Albert Einstein disse certa vez que "se as abelhas morrerem, os humanos morrerão em seguida nos próximos anos". Certo ou errado, o fato é que a diminuição considerável da......
Solução ambiental para sinistros de resíduos perigosos10/05/17 Toda empresa gera resíduos e alguns deles podem ser nocivos para a natureza. Já postamos aqui sobre as atividades que podem gerar impactos ambientais e precisam de licenças específicas para funcionar de maneira plena e, sem......
Todos contra o aquecimento global05/05/17 Foto: Associated Press | Daily Mail Comentamos em outro post a preocupação com o aquecimento global. Tanto a NASA quanto a ONU confirmaram que 2016 foi o ano mais quente globalmente já registrado na......
Licenciamentos Ambientais04/05/17 Como postamos aqui, alguns empreendimentos podem gerar impacto ambiental e necessitam, portanto, de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) – um tipo de estudo ambiental que apontará as medidas necessárias......
Recuperando áreas degradadas26/04/17 Ao se criar uma atividade ou empreendimento, é possível que seja gerado algum impacto ao meio ambiente. Para evitar ou minimizar esses efeitos, as empresas, com potencial de gerar algum tipo de impacto ambiental, devem elaborar um Plano de......
2016 bateu recordes de temperatura global19/04/17 Estudos apenas confirmaram aquilo que todos nós sentimos na pele: 2016 foi o ano mais quente globalmente já registrado na história. A afirmação foi feita pelo NOOA (uma organização que faz parte do Departamento......
Resíduos de saúde e seus riscos para o meio ambiente12/04/17       Nesta semana é comemorado o Dia Nacional da Conservação do Solo e aproveitamos, também, para lembrar a importância da preservação ambiental. Cuidar do meio ambiente é uma......
Saiba como separar resíduos de saúde05/04/17 O descarte inadequado de resíduos de saúde (contaminados, portanto nocivos), além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente, acarreta em crime ambiental. Cada resíduo precisa ter sua separação,......
Água fonte da vida23/03/17      Sabemos que a água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos. Ela atua mantendo a hidratação corpórea, ajuda no transporte de substâncias e nutrientes, funciona como......
Resíduos contaminados, um risco ambiental20/02/17 A falta de informações sobre a classificação e segregação correta de resíduos de saúde faz com que muitas vezes estes resíduos não recebam atenção e cuidados que merecem. Os......
Digitalização ajuda ambiente e diminui custos30/01/17 As empresas que investem em sistemas de automação, armazenamento digital e redução de desperdício de papel comprometem menos o meio ambiente e ainda economizam dinheiro. Só em 2011, a operadora de planos de......
Dia Mundial de Controle da Poluição por Agrotóxicos11/01/17 No calendário civil, 11 de janeiro é dedicado ao Controle da Poluição por Agrotóxicos, não para fins de comemoração, mas para que seja um dia de reflexão perante o uso indiscriminado desse......
Não há Planeta para tanto lixo16/11/16 A percepção do consumo atrai as pessoas, induzindo-as, por exemplo, a trocar uma casa bem montada por um automóvel, uma despensa forrada de alimentos por um aparelho eletrônico. Daí que, segundo o Relatório 2010 da......
Calor mata mais de 1800 e derrete asfalto na Índia30/05/15    A onda de calor infernal que atinge a Índia há pouco mais de uma semana tem gerado um saldo preocupante: mais de 1800 mortos confirmados até agora, levando em conta apenas os óbitos ocorridos em hospitais — a......
Brasileiro acha que mudança do clima já afeta o país 22/05/15    Uma nova pesquisa do Datafolha mostra que o brasileiro está muito preocupado com as mudanças climáticas e acha que o governo não compartilha dessa preocupação.    Segundo o levantamento,......