Blog Meio Ambiente

Postado em 26 de Junho às 10h59

Saneamento Básico

Meio Ambiente (74)

Senado Federal aprova PL que atualiza o marco regulatório do saneamento básico

Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado foram responsáveis por foram 346,5 mil internações hospitalares em 2016, conforme dados do IBGE. De acordo com levantamento realizado pelo Ministério da Saúde a pedido da Folha de São Paulo, entre 2014 e 2019, os gastos ligados a essas doenças representaram mais de 1 bilhão de reais para os cofres públicos.

O descarte irregular de esgoto sanitário é o tipo mais capilarizado de poluição hídrica, afirma João Pedro Pinheiro Vieira, mestre em Perícias Criminais Ambientais e perito criminal do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina. Esgoto sanitário não tratado causa impactos à saúde, ao meio ambiente e aos cofres públicos. Segundo a Unicef 2,4 bilhões de pessoas no mundo vivem sem saneamento adequado.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – ano base 2018, analisados pelo Instituto Trata Brasil informam: quase 35 milhões de brasileiros não têm acesso ao abastecimento de água (16,38%); 100 milhões de brasileiros não têm acesso ao tratamento de esgoto; apenas 46% de todo o volume de esgoto recebe destinação final correta. Em 2018, foram mais de 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida na natureza.

Marco regulatório do saneamento básico

No último dia 25 de junho, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 4.162/2019 que atualiza o marco regulatório do saneamento básico brasileiro. A pauta era considerada prioritária devido ao agravamento da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Cabe ao Presidente Jair Bolsonaro sancionar ou não o Projeto que estende para 2021 os prazos para que capitais e regiões metropolitanas eliminem os lixões a céu aberto. Pequenos municípios têm prazo até 2024. O custo estimado para universalização dos serviços em 12 anos é de 700 milhões de reais, afirma o relator Tasso Jereissati (PSDB- CE). É notório que investimentos em água, tratamento de esgoto, efluentes e resíduos geram economias em saúde, melhoram as condições de vida e empoderam o cidadão.

Segundo a Agência Senado o marco “facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas”.

Para alguns senadores, como Rogério Carvalho (PT-SE) e Weverton (PDT-MA), o tema deveria ser melhor debatido. Agência Senado destaca a preocupação de Weverton sobre as disparidades regionais no oferecimento e acesso aos serviços: “Sabemos que, infelizmente quanto às cidades pequenas, principalmente do Norte e do Nordeste, esses investimentos não vão chegar, como foi aqui falado. É um projeto que vai beneficiar os grandes centros, claro, onde as grandes empresas têm interesse de investir, mas no entorno nós vamos continuar ainda à margem”.

O desafio é resolver a inadmissível existência de lixões a céu aberto e garantir o acesso à água potável a 99% da população e rede de esgoto a 90% dos brasileiros até 2033.

O novo marco promete fortalecer a Agência Nacional de Águas (ANA) na regulação dos serviços. A atualização das regras abre caminhos para que instituições privadas possam fornecer rede de água, coleta e tratamento de esgoto, trazendo eficiência para o setor.

Estima-se que as novas diretrizes tragam bilhões em investimentos privados e possam criar inúmeros empregos no país. Para que isso ocorra, “a iniciativa privada deverá investir em pesquisa e tecnologia para ofertar projetos inovadores capazes de gerar soluções para problemas antigos. Empresários deverão acelerar o passo para propor iniciativas. Associações entre empresas e instituições de ensino e pesquisa parece um bom caminho. Espera-se que haja flexibilidade e segurança jurídica para permitir diferentes formas de parceria”, ressalta Doacyr Balbinot, Presidente do Grupo Servioeste


Postado em 18 de Junho às 11h12

Marco ambiental

Meio Ambiente (74)

Decreto Federal regulamenta descarte de medicamentos

Prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Logística Reversa de Medicamentos foi regulamentada no último dia 05 de junho pelo Decreto 10.388. A legislação estabelece parâmetros para o descarte correto desses produtos, envolvendo consumidores e empresas que integram a cadeia farmacêutica.

Farmácias e drogarias tem até 180 dias a partir da publicação do decreto para disponibilizar e manter pelo menos um ponto fixo de recebimento de medicamentos. Cabe ao consumidor levar até os pontos de coleta os medicamentos vencidos ou em desuso e suas respectivas embalagens. Os distribuidores devem viabilizar a coleta e transporte do material recolhido. Os fabricantes ou importadores são responsáveis pela destinação ambientalmente adequada. Os custos serão compartilhados pela cadeia farmacêutica, afirma o Ministério do Meio Ambiente . O decreto estabelece algumas regras específicas em função do número de habitantes dos municípios e registro no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos .

Gutemberg Vieira, gerente comercial do Grupo Servioeste, destaca que o trabalho de logística reversa já é desenvolvido por meio de parcerias com Prefeituras, distribuidores e redes de farmácias. A regulamentação federal facilita a gestão do processo e deve contribuir para a conscientização das pessoas sobre a importância da destinação correta de medicamentos vencidos ou em desuso.

Para Sergio Mena Barreto, CEO da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), “Trata-se de uma conquista histórica para o setor farmacêutico, resultado de muitos anos de discussão em relação à destinação final desses produtos e o impacto gerado ao meio ambiente em função do descarte inadequado. Os farmacêuticos têm um papel fundamental na promoção da educação ambiental junto aos consumidores e devem sempre informá-los, principalmente, durante a dispensação de medicamentos”. Com a regulamentação, os três elos da cadeia logística atuam de modo coordenado, e ao final o meio ambiente sai ganhando, acrescenta o CEO da Abrafarma.

Danos ambientais e à saúde

Os medicamentos devem passar por tratamento correto antes da destinação final ambientalmente adequada em empreendimentos licenciados para evitar danos ao meio ambiente. Os sistemas de tratamento de esgoto não conseguem eliminar algumas das substâncias presentes nos medicamentos. Estes resíduos químicos, quando em contato com a natureza, podem geram problemas ambientais. “O descarte incorreto, como no vaso sanitário ou lixo comum, por exemplo, prejudica a população pois esses resíduos acabam contaminando o lençol freático”, explica Jeferson Balbinot, gestor ambiental e Diretor do Grupo Servioeste, unidade Pescaria Brava.

Distúrbios hormonais e metabólicos e a crescente resistência a antibióticos podem estar relacionados aos erros no descarte de medicamentos, daí a importância da gestão correta dos medicamentos. “As concentrações de antibióticos em alguns rios do mundo excedem os níveis “seguros” em até 300 vezes. Os antibióticos são apenas um entre uma variedade de produtos farmacêuticos, produtos de higiene pessoal e outros contaminantes ambientais cada vez mais presentes nas águas residuais e nos lixões do mundo”, afirma a Organização Mundial da Saúde (ONU) .

Há mais de 20 anos, o Grupo Servioeste oferece serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final de medicamentos e demais resíduos de serviços de saúde em sete estados do Brasil. Nós ajudamos você a fazer a sua parte.


Postado em 15 de Junho às 11h47

Embalagens verdes

Meio Ambiente (74)

Cientistas buscam plástico biodegradável de qualidade

Os plásticos são compostos por carbono. A origem de grande parte deste elemento químico ainda é o petróleo, matéria-prima fóssil não renovável, finita e não biodegradável. O plástico é utilizado para confecção de artefatos dos mais variados tipos (embalagens, eletrodomésticos, celulares, componentes de carros, brinquedos, etc). O destino de muitos dos resíduos provenientes destes produtos, infelizmente, é a natureza: rios, oceanos, lixões.

A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como parte da Agenda 2030, lançada em 2015 durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável. Dentre os objetivos estão: consumo e produção conscientes; ação contra a mudança global do clima; redução da poluição marinha, especialmente a advinda de atividades terrestres. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável devem orientar as políticas nacionais e ações internacionais nos próximos dez anos.

Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos divulgado pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) atestam que 40% das embalagens plásticas são destinadas a aterros. Um terço são descartadas em ecossistemas como oceanos e florestas tropicais, contaminando o solo, os rios e o ar e causando problemas à saúde, destaca relatório da Fundação Ellen MacArthur. 

Consciência ecológica

“Quando se fala em consumo consciente devemos pensar em todo o ciclo de vida do que estamos consumindo: de onde vem, para onde vai e o que vai gerar depois de descartado”, avalia Maria Lúcia Bianchi, professora doutora da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Minas Gerais.

A busca por fontes renováveis de carbono para produção industrial tem no conhecimento científico um grande aliado. O intercâmbio entre instituições de pesquisa, cientistas e indústrias favorece a criação de métodos capazes de contribuir para reverter o processo de degradação ambiental do nosso planeta. Estudiosos de diversas áreas e países procuram na biomassa (material proveniente de recurso natural) a resposta para a obtenção de filmes plástico, por exemplo.

Cana-de-açúcar, vegetais, resíduos industriais, agrícolas ou de pesca possuem potencial de reaproveitamento. Em alguns casos, são utilizados na geração de energia, como o biogás, em outros são descartados de forma incorreta, poluindo o meio ambiente, contrariando a legislação brasileira. Pesquisadores focam-se justamente em reaproveitar os resíduos desta produção para elaboração de plástico biodegradável.

Resíduos da pesca e indústria madeireira

Maria Lúcia Bianchi, professora doutora do Departamento de Química UFLA, coordena grupo de pesquisa que utiliza matéria-prima de fontes renováveis como resíduos da pesca, da indústria madeireira, casca de café, cana de açúcar.

Camila Marra Abras é responsável pelo estudo que utiliza vários desses componentes como a celulose nanofibrilada de eucalipto, a quitosana (proveniente dos crustáceos) e óleo essencial de gengibre. O resultado são filmes poliméricos que poderão gerar embalagens biodegradáveis destinadas a indústrias alimentícia, farmacêutica e biomédica, explica a professora Maria Lúcia Bianchi.

Testes analisaram a resistência, umidade e permeabilidade ao vapor de água, por exemplo: “Os filmes que tinham as maiores concentrações de celulose nanofibrilada e de óleo de gengibre foram os mais eficientes. O teste de biodegradação em solo simulado mostrou que esse filme foi totalmente degradado”, ressalta Camila Abras.

A utilização de resíduos como matéria prima para produção de artefatos por meio de um processo enxuto (utilização de pouca água, pouca energia, poucos reagentes e gerando pouco ou nenhum resíduo) pode baratear o produto final, além de preservar o meio ambiente. “Nosso projeto contribui para valorizar o que não tem valor, dar uma melhor destinação para resíduos, possibilitar a geração de renda adicional seja para a indústria, seja para o pequeno produtor”, ressalta Bianchi.

Carbono proveniente da cana-de-açúcar

Antônio Burtoloso, professor do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) - organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações -, desenvolve técnica visando a obtenção de moléculas de carbono de forma sustentável e com menor risco ao meio ambiente. O composto químico produzido origina-se do bagaço da cana-de-açúcar e é potencial para fabricação de plásticos. A pesquisa está em fase inicial. Os pesquisadores estão avaliando as características do material, para depois, estabelecer parcerias e a produção em escala piloto.

Há uma tendência mundial, ainda que tímida devido aos custos e à cultura, para o uso de produtos elaborados de forma sustentável. “Se as propriedades dos produtos elaborados com a nossa técnica forem similares às existentes no mercado, o cliente faria a compra com a consciência muito mais tranquila”, afirma Burtoloso.

Plástico de amido

Outro tipo de plástico biodegradável, que tem como matéria-prima o amido, foi produzido na Universidade de São Paulo (USP), por meio de parceria entre Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba, e a Escola Politécnica (Poli) em São Paulo.

Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que utiliza o gás ozônio para processar o amido e melhorar as propriedades do plástico. O resultado é um produto mais permeável, transparente e resistente, que poderá ser usado em diversos tipos de embalagens. O processamento dos amidos com ozônio permitiu a obtenção de filmes plásticos mais resistentes e homogêneos, detalha Carla Ivonne La Fuente Arias, coautora da pesquisa.

“Estudamos diferentes tecnologias de baixo impacto ambiental para modificação de amido e possíveis aplicações. Chegamos a obter plásticos 60% mais resistentes do que os feitos de amido nativo. São utilizados entre 70 e 80 gramas de amido de mandioca e batata - vegetais integrais - para produzir 100 gramas de filme. O amido obtido dessas matérias primas é largamente utilizado na produção de alimentos, fármacos, tintas, tecidos, roupas e até para extração de petróleo”, explica Pedro Esteves Duarte Augusto, coordenador do grupo de pesquisa da Esalq.

O método desenvolvido pelos pesquisadores já teve a patente requerida, visando a transferência de tecnologia para a indústria. A viabilidade econômica depende de diversos fatores, tais como escala, aplicação, planta industrial.

* Com informações de Caio Albuquerque e Henrique Fontes (USP) e Karina Mascarenhas (UFLA).
 


Postado em 08 de Junho às 17h10

Dia Mundial dos Oceanos

Meio Ambiente (74)

08 de junho marca agenda pela sustentabilidade ambiental

A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Hoje, inicia a Década dos Oceanos, também instituída pela ONU. Os oceanos, as espécies vegetais e animais e a economia do planeta sofrem com as 13 milhões de toneladas de plástico que acabam nas águas dos mares a cada ano.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, reafirma a luta pela proteção do meio ambiente:
“Enquanto pulmões do nosso planeta e o seu maior meio de absorção de carbono, os oceanos desempenham um papel vital na regulação do clima global.”

Segundo a ONU,
• Os oceanos absorvem cerca de 30% do dióxido de carbono produzido pelos seres humanos, amortecendo os impactos do aquecimento global;
• Os oceanos servem como a maior fonte de proteína do mundo, com mais de 2,6 bilhões de pessoas dependendo dos oceanos como sua principal fonte de proteína.

Faça sua parte: Repense, compartilhe, recicle, reduza!


Postado em 05 de Junho às 15h27

Dia Mundial do Meio Ambiente

Meio Ambiente (74)

Descarte solidário de resíduos eletrônicos

Na última matéria em comemoração à semana do meio ambiente, você vai conhecer um projeto realizado no Rio de Janeiro que, além de evitar que toneladas de resíduos eletroeletrônicos prejudiquem o meio ambiente, tem ajudado financeiramente entidades do Estado.

A iniciativa é resultado da pesquisa de mestrado de Anderson Oliveira, colaborador do Grupo Servioeste. Anderson constatou que os eletroeletrônicos necessitam de uma condição específica para recolhimento, pois não pertencem à cadeia de reciclagem de itens como papel, plástico, vidro e metais. “A pesquisa identificou, também, que ações desenvolvidas pelos próprios fabricantes não obtinham resultados expressivos e atingiam apenas uma pequena parcela da população. O projeto piloto aconteceu em Volta Redonda/RJ e em quase dois anos foi desenvolvido nos municípios de Barra Mansa, Resende, Rio Claro, Piraí, Vassouras, Pinheiral, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Miguel Pereira e Seropédica”, explica Anderson. 

Com apoio do Rotary Club Volta Redonda, as ações consistem em um dia de mobilização para recolhimento de eletroeletrônicos nas comunidades. Para facilitar o descarte, também são espalhados eco pontos de coleta pela cidade um mês antes do dia “D”. O que era apenas um projeto de estudo, se transformou numa iniciativa viável de sustentabilidade que conta com o envolvimento de entidades, universidades, empresas e imprensa.

Desde que iniciou, o Projeto Descarte Solidário de Resíduos Eletroeletrônicos recolheu mais de 153 mil toneladas de resíduos, evitando o descarte de forma incorreta.

“Este tipo de resíduo, quando colocado no meio ambiente, sem o devido tratamento, se torna nocivo. Por isso, os equipamentos são desmontados e as peças reaproveitadas. Nós temos uma parceira com uma empresa de Juiz de Fora/RJ que compra o material coletado e o recicla”, explica o idealizador.

O dinheiro da venda dos resíduos eletroeletrônicos é destinado à instituições das cidades onde o projeto é desenvolvido. A escolha é feita por uma comissão formada por apoiadores da iniciativa. O valor repassado às entidades já soma quase R$ 30 mil.

“Não dá pra fechar os olhos para um problema que está ao nosso lado. Se envolvermos a sociedade fica mais fácil ajudarmos o meio ambiente”, aposta Anderson.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que o mundo produzirá cerca de 120 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos até 2050. Todo ano, o Brasil gera cerca de 1,5 milhão de toneladas destes resíduos. Os dados são de relatório produzido pela Plataforma para Aceleração da Economia Circular (PACE) e da Coalizão das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico. “Além de impactos à saúde e poluição, gestão imprópria de lixo eletrônico está resultando em uma perda significativa de materiais brutos escassos e valiosos, como ouro, platina, cobalto e elementos terrestres raros”, ressalta a ONU. 

Ações solidárias como as que apresentamos na semana do meio ambiente são viáveis e contribuem para um mundo melhor. Faça sua parte!


Postado em 04 de Junho às 09h59

Lixo Zero

Meio Ambiente (74)

Na semana do meio ambiente, selecionamos algumas ideias simples de pessoas e instituições engajadas na busca por um mundo mais saudável. Hoje, você vai conhecer a iniciativa do 2º Batalhão da Polícia Militar Ambiental, de Chapecó/SC.

Copos plásticos não existem mais, assim como as lixeiras foram extintas das salas. A emissão de documentos passou a ser feita somente via sistema eletrônico. A mudança no comportamento dos 35 policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar Ambiental, de Chapecó/SC, tem resultados expressivos e dignos de comemoração: 92% a menos de resíduos descartados.

Além de um ambiente mais limpo e organizado, as iniciativas tornaram o quartel o primeiro do Brasil a receber o certificado Lixo Zero, que é o conceito de um movimento mundial baseado nos princípios da logística reversa: repensar, reutilizar, reduzir e reciclar.

Foi preciso sair da zona de conforto. Só depois de esgotar todas as possibilidades de reaproveitamento é que o resíduo vai para o aterro. Em média, produzimos por mês 43 quilos e resíduos orgânicos e 65 quilos de recicláveis”, explica o Tenente-coronel e Comandante do Batalhão, Adair Alexandre Pimentel.

Todo resíduo produzido no quartel vai para uma central onde é devidamente separado e recebe a destinação correta. O que é orgânico vai para a compostagem e se transforma em adubo para a produção de hortaliças; o que pode ser reciclado é encaminhado para a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis (ARSOL). Folhas de ofício são reutilizadas e os papeis que precisam ser descartados são triturados, pois se amassados, perdem o valor da reciclagem. A emissão de qualquer documento passou a ser feita online e a agenda de papel foi substituída pela eletrônica.

“Nos tornamos exemplo de sustentabilidade, pois estamos comprometidos com um ambiente equilibrado para as próximas gerações. Nós também temos um programa de formação de protetores ambientais, apoiamos iniciativas de preservação e queremos inspirar instituições públicas e privadas a serem responsáveis com o meio ambiente”, conclui Pimentel.

A mudança de hábitos começa por você. Repense, compartilhe, recicle, reduza!


Postado em 02 de Junho às 16h03

Semana do Meio Ambiente

Meio Ambiente (74)

Conheça iniciativas de preservação e educação ambiental 

Fechar a torneira durante a escovação dos dentes, apagar a luz ao sair de um cômodo, descartar corretamente os resíduos, doar roupas e produtos que já não utiliza. Para devolver a saúde ao planeta e mantê-lo saudável, são necessários esforços individuais e uma grande movimentação coletiva.

As notícias são animadoras: pesquisa realizada pela Ipsos Global Advisor com 14 nações, incluindo o Brasil, revela que as pessoas estão mais preocupadas com a necessidade da preservação ambiental.

- 32% dos entrevistados considera prioridade lidar com os resíduos produzidos;
- 79% afirma ter vontade de adquirir produtos mais saudáveis e melhores para o meio ambiente;
- 52% mostram disposição para comprar itens de segunda mão;
- 65% dos entrevistados acreditam que os governos de seus países devem priorizar ações de combate às mudanças climáticas na recuperação econômica pós-Covid-19.


Maria Lúcia Bianchi, professora doutora da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Minas Gerais, reflete: “Quando se fala em consumo consciente devemos pensar em todo o ciclo de vida do que estamos consumindo. Desde de “de onde vem” até “para onde vai” ou “o que vai gerar” depois de descartado. Muitas vezes, não sabemos de que são feitos os produtos que adquirimos, nem como são produzidos, se são biodegradáveis, se geram compostos tóxicos após o descarte ou durante a produção. Assim, é muito importante que o consumidor exija mais informações sobre os produtos que consome, podendo, assim, escolher o mais adequado. É necessário que a legislação proteja mais efetivamente o consumidor e o nosso planeta. Isso força o mercado a oferecer produtos que estejam de acordo com toda essa consciência ecológica de que tanto falamos”, conclui doutora Maria Bianchi.

O conceito moderno de sustentabilidade consiste no padrão de produção e consumo conscientes, considerando o uso racional dos recursos naturais e seu reaproveitamento. A economia circular propõe uma mudança de hábitos de consumo, produção, design, descarte e no modo como interagimos com o planeta terra.

Carina Zagonel, articuladora social e empreendedora criativa, diz que o desafio é lidar com o depois - o pós-consumo. “A economia linear não deu certo (comprar, usar e jogar fora). Os recursos são finitos. As novas economias são um caminho fundamental para a melhoria da qualidade de vida e da sustentabilidade do planeta. A economia circular é uma meio possível, inteligente, coerente para um presente e um futuro mais abundantes. Mais do que nunca, percebemos a urgência em parar de “enterrar” nosso planeta, nosso oceanos, nossas terras, com resíduos provenientes dos hábitos pouco saudáveis de consumo”, reflete Carina.

Na semana do meio ambiente, mostraremos algumas ações pontuais que contribuem para melhorar nossa relação com a natureza e seus recursos. São alternativas interessantes que incentivam a mudança de hábitos e contribuem para a preservação ambiental.

Armário Coletivo
Inovação social e sustentabilidade


Carina Zagonel, articuladora social e idealizadora do Armário Coletivo, teve a ideia de criar um movimento social baseado na economia colaborativa, criativa e compartilhada que induz a circulação responsável de produtos que já não usamos mais: peças de roupas, livros, brinquedos, eletrodomésticos e até mudas de plantas.

O Armário Coletivo é um movimento de inovação social e intervenção urbana que utiliza armários físicos em espaços públicos para estimular novos hábitos de consumo.

O modelo de compartilhamento iniciou na porta da casa de Carina, em junho 2014, no bairro de Vargem Pequena, norte de Florianópolis, com uma plaquinha feita por Carina: “Deixe aqui o que você não usa mais, mas que pode servir pra outro”. Passado um ano, um armário abrigava todos objetos lá deixados.

Educação ambiental


Cada armário traz consigo o viés da economia compartilhada, o cuidado com o meio ambiente e a facilidade de acesso a roupas que não pela via do assistencialismo. O movimento, indiretamente, contribui para a redução da quantidade de resíduos gerados com a produção de mercadorias.

Os próprios armários são construídos a partir de materiais coletados nas ruas e produzidos com a ajuda da comunidade. Envolve arte, educação e estimula a cultura do compartilhamento.

O movimento cresceu e ganhou colaboradores. A prática da economia compartilhada permitiu a compreensão sobre como um objeto que já não lhe serve pode ser reutilizado por outros. Hoje, são 14 Armários em Florianópolis e um em Curitiba. Os coordenadores do projeto estimam que mais de 400 mil peças de roupas foram compartilhadas.

Impactos do compartilhamento


Carina Zagonel, gestora do projeto, comenta que é interessante observar o processo de conscientização quando um Armário é inserido num bairro, por exemplo. Primeiro, há o estranhamento, a negação e depois a adesão. A iniciativa de deixar roupas e objetos e a conscientização quanto ao zelo do espaço fazem parte da evolução cultural e das mudanças de hábito. Depois de cinco anos de projeto, a tendência é que vá se aprimorando, ressalta Carina.

O projeto também é desenvolvido dentro de empresas. A equipe do Armário permanece um ano trabalhando a ideia no ecossistema institucional. Os próprios colaboradores das empresas têm muito a compartilhar. As experiências mostram que a motivação cresce quando se percebe a economia financeira e o impacto no meio ambiente. “O Armário impacta nas vida das pessoas e oportuniza aos mais necessitados escolher o que lhes faz sentido. É uma vasta fonte de pesquisa na área comportamental”, enfatiza Carina Zagonel.

Quer um Armário Coletivo na sua empresa ou bairro? Os gestores do projeto podem te ajudar. Entre em contato clicando aqui


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Como estúdios de tatuagem devem gerenciar seus resíduos12/04/18Empreendimentos também são geradores de resíduos de serviços de saúde. A manipulação dos resíduos perfurocortantes com agentes biológicos pode causar acidentes, levando à contaminação da população, caso os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS)......
Grupo Servioeste realiza treinamentos em SC, PR e RJ02/04/18 No início de março, o Grupo Servioeste efetuou um treinamento com a equipe da Clínica de Diálise do município de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, como preparação para a inauguração do......
Servioeste participa de encontro para formação de Gestores Ambientais27/09/17Grupo Servioeste palestra em capacitação no Norte do Paraná. Aconteceu, na última semana, o 3º Encontro Formativo do Programa Nacional de Formação e Capacitação de Gestores Ambientais (PNC) e o 3º Seminário Regional do Meio Ambiente. Trata-se de uma iniciativa do......
Cartilha online oferece dicas para compostagem de lixo26/06/17Ministério do Meio Ambiente pretende incentivar a prática para o descarte e aproveitamento dos resíduos sólidos. Para incentivar a compostagem de lixo orgânico, o Ministério do Meio Ambiente lançou uma cartilha online que traz informações sobre a forma correta de descarte. Isso porque esses resíduos representam metade do lixo......
Grupo Servioeste comprometido com a Educação Ambiental19/06/17Empresa promove ação de conscientização ambiental com mais de 200 alunos do Colégio Trilíngue, de Chapecó. A formação de cidadãos conscientes e preocupados com o Meio Ambiente começa logo na infância. Pensando nisso, o Grupo Servioeste proporcionou uma atividade diferente para os alunos do Colégio Trilíngue......
Semana do Meio Ambiente: Alimentação e Nutrição09/06/17Aliando saúde e sustentabilidade Como conciliar alimentação, nutrição e meio ambiente. Este foi o objetivo da palestra do quarto dia da Semana do Meio Ambiente do Grupo Servioeste. Três acadêmicas do quinto período do curso de......
Semana do Meio Ambiente: Educação e Cidadania08/06/17No terceiro dia de palestras, a palavra de ordem foi 'equilíbrio' A Semana do Meio Ambiente do Grupo Servioeste chega ao seu terceiro dia de atividades com um apelo social. A ONG Verde Vida – Programa Oficina Educativa veio representada pelo seu coordenador social, Odair Balen, para expor seus 24 anos de......
Semana do Meio Ambiente: Resíduos Sólidos Urbanos07/06/17Segundo dia de palestras explica sobre a segregação correta dos resíduos domiciliares Dando continuidade a programação da Semana do Meio Ambiente do Grupo Servioeste, dois institutos se uniram para falar sobre segregação correta de resíduos sólidos urbanos: Adão dos Santos, presidente da......
Semana do Meio Ambiente: Água e Saúde Ambiental06/06/17 Como primeira palestra da programação da Semana do Meio Ambiente do Grupo Servioeste, o engenheiro sanitarista Mauro Miguel Narciso falou sobre saúde ambiental. Com o foco em tratamento de água, o profissional explanou sobre a......
Grupo Servioeste promove Semana do Meio Ambiente05/06/17 Com o tema “Como aplicar a sustentabilidade na minha vida?”, empresa proporciona uma semana de palestras e workshops com informações valiosas aos seus colaboradores. Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5......
EUA se retira do Acordo de Paris02/06/17 Foto: Joshua Roberts | Reuters Mostramos que, em 29 de abril, milhares de norte-americanos foram às ruas na “Marcha Pelo Clima”, em protesto a atitudes tomadas pelo governo do presidente Donald Trump em questões ambientais,......
Extinção das abelhas é uma ameaça também a nós24/05/17 Reza a lenda que Albert Einstein disse certa vez que "se as abelhas morrerem, os humanos morrerão em seguida nos próximos anos". Certo ou errado, o fato é que a diminuição considerável da......
Solução ambiental para sinistros de resíduos perigosos10/05/17 Toda empresa gera resíduos e alguns deles podem ser nocivos para a natureza. Já postamos aqui sobre as atividades que podem gerar impactos ambientais e precisam de licenças específicas para funcionar de maneira plena e, sem......
Todos contra o aquecimento global05/05/17 Foto: Associated Press | Daily Mail Comentamos em outro post a preocupação com o aquecimento global. Tanto a NASA quanto a ONU confirmaram que 2016 foi o ano mais quente globalmente já registrado na......
Licenciamentos Ambientais04/05/17 Como postamos aqui, alguns empreendimentos podem gerar impacto ambiental e necessitam, portanto, de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) – um tipo de estudo ambiental que apontará as medidas necessárias......
Recuperando áreas degradadas26/04/17 Ao se criar uma atividade ou empreendimento, é possível que seja gerado algum impacto ao meio ambiente. Para evitar ou minimizar esses efeitos, as empresas, com potencial de gerar algum tipo de impacto ambiental, devem elaborar um Plano de......
2016 bateu recordes de temperatura global19/04/17 Estudos apenas confirmaram aquilo que todos nós sentimos na pele: 2016 foi o ano mais quente globalmente já registrado na história. A afirmação foi feita pelo NOOA (uma organização que faz parte do Departamento......
Resíduos de saúde e seus riscos para o meio ambiente12/04/17       Nesta semana é comemorado o Dia Nacional da Conservação do Solo e aproveitamos, também, para lembrar a importância da preservação ambiental. Cuidar do meio ambiente é uma......
Saiba como separar resíduos de saúde05/04/17 O descarte inadequado de resíduos de saúde (contaminados, portanto nocivos), além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente, acarreta em crime ambiental. Cada resíduo precisa ter sua separação,......
Água fonte da vida23/03/17      Sabemos que a água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos. Ela atua mantendo a hidratação corpórea, ajuda no transporte de substâncias e nutrientes, funciona como......
Resíduos contaminados, um risco ambiental20/02/17 A falta de informações sobre a classificação e segregação correta de resíduos de saúde faz com que muitas vezes estes resíduos não recebam atenção e cuidados que merecem. Os......
Digitalização ajuda ambiente e diminui custos30/01/17 As empresas que investem em sistemas de automação, armazenamento digital e redução de desperdício de papel comprometem menos o meio ambiente e ainda economizam dinheiro. Só em 2011, a operadora de planos de......
Dia Mundial de Controle da Poluição por Agrotóxicos11/01/17 No calendário civil, 11 de janeiro é dedicado ao Controle da Poluição por Agrotóxicos, não para fins de comemoração, mas para que seja um dia de reflexão perante o uso indiscriminado desse......
Não há Planeta para tanto lixo16/11/16 A percepção do consumo atrai as pessoas, induzindo-as, por exemplo, a trocar uma casa bem montada por um automóvel, uma despensa forrada de alimentos por um aparelho eletrônico. Daí que, segundo o Relatório 2010 da......
Calor mata mais de 1800 e derrete asfalto na Índia30/05/15    A onda de calor infernal que atinge a Índia há pouco mais de uma semana tem gerado um saldo preocupante: mais de 1800 mortos confirmados até agora, levando em conta apenas os óbitos ocorridos em hospitais — a......
Brasileiro acha que mudança do clima já afeta o país 22/05/15    Uma nova pesquisa do Datafolha mostra que o brasileiro está muito preocupado com as mudanças climáticas e acha que o governo não compartilha dessa preocupação.    Segundo o levantamento,......