Blog Projetos e Ações

Postado em 18 de Setembro às 15h39

Gestão de resíduos de saúde é tema abordado em sala de aula

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O crescimento ordenado das cidades passa pelo conceito de sustentabilidade. A geração de resíduos é uma das consequências da urbanização e um grande desafio público. Especialistas em planejamento urbano precisam entender sobre legislação ambiental e a forma correta de manejo dos resíduos, como parte importante do processo de execução de projetos.

O tema foi pauta nesta semana de palestra realizada pela Servioeste para 21 alunos da sexta fase do curso de Arquitetura e Urbanismo, da Unoesc Chapecó/SC. O encontro sobre gestão de resíduos de saúde integrou a grade de atividades da disciplina de Tecnologia do Urbanismo.

A palestra de duas horas proferida pela engenheira ambiental, Caroline Beutler, abordou a necessidade de os futuros profissionais integrarem o gerenciamento de resíduos de saúde aos projetos arquitetônicos.

“Os estudantes não são profissionais da área da saúde, mas precisam estar atentos na hora de projetar. Se eles desenvolverem algo para uma clínica, por exemplo, enquanto arquitetos precisam entender o que prevê a legislação ambiental e projetar algo com espaço específico para armazenar os resíduos daquele estabelecimento”.
 


Postado em 09 de Setembro às 11h47

Estados avançam na implantação do sistema de emissão online do MTR

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Em Minas Gerais, Manifesto de Transporte de Resíduos digital será obrigatório a partir de outubro

Uma das etapas do gerenciamento de resíduos é o controle do transporte até a empresa que realiza o tratamento e a destinação final, que acontece por meio da emissão do Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). O documento é obrigatório como forma de coibir o transporte de cargas perigosas, minimizando os riscos ao meio ambiente e à saúde pública. O MTR contém a descrição dos resíduos transportados e os dados do gerador e da empresa contratada para realizar o transporte e a destinação final.

O gerador precisa preencher o documento, identificando a classe e o peso do resíduo, a empresa que faz o transporte, o tipo de tratamento realizado e como é feita a destinação final. Este documento precisa acompanhar a carga durante todo o trajeto entre o gerador e o local de tratamento e descarte.

Depois do processamento do resíduo, a empresa responsável tem 60 dias para emitir o Certificado de Destinação Final, no nome do gerador, atestando o tratamento e a destinação, e atendendo às normas ambientais de cada estado brasileiro.

Como forma de melhorar o controle de segurança do manejo dos resíduos sólidos, a emissão do MTR já é online nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No próximo mês, Minas Gerais também iniciará a emissão do documento de forma digital. A plataforma é disponibilizada pelo órgão ambiental regulador de cada estado, no caso mineiro, pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM).

A engenheira ambiental da Servioeste, Caroline Beutler, explica que a emissão online do MTR é uma necessidade.

“O processo iniciou em Santa Catarina, em 2016, foi avançando para outros Estados e deve continuar. A emissão digital facilita a visualização dos dados que ficam armazenados no sistema e a perda dessas informações é praticamente inexistente”.

Servioeste

Há 20 anos no mercado, a Servioeste, referência nos serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos de saúde, disponibiliza laudos técnicos e documentos aos clientes, de forma prática no site da empresa. Dispõe também, de uma equipe técnica para auxiliar na emissão do MTR.


Postado em 05 de Agosto às 08h55

Dia nacional da saúde destaca a importância do destino correto dos resíduos de saúde

Meio Ambiente (60)Projetos e Ações (4)

Você sabe qual a importância de dar o destino correto dos resíduos de saúde (RSS)? Hoje, 5 de agosto, é o dia nacional da saúde, que serve para promover a conscientização sobre o bem-estar social, incluindo as práticas sustentáveis.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), são produzidas por ano no Brasil, cerca de 260 mil toneladas de RSS, uma média de 1,2kg/ano por pessoa. Se toda essa produção fosse destinada para aterros comuns, causaria danos graves ao meio ambiente. Ainda segundo a Associação, 27% dos municípios brasileiros seguem destinando seus resíduos de saúde sem declarar o tratamento prévio.

Os resíduos de saúde não são gerados apenas por hospitais, mas também clínicas médicas e veterinárias, necrotérios, instituições de ensino e pesquisa, estúdios de tatuagens, salões de beleza e os próprios consumidores. Estes resíduos precisam ser tratados e destinados adequadamente já que podem causar riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

O processo de destinação inicia com a elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos que aponta o ramo de atividade, que tipo de resíduos produz e como serão as etapas do manejo desde a geração até a destinação final. O plano é obrigatório e deve estar de acordo com as exigências dos órgãos competentes.

Cada resíduo gerado precisa ser separado e acondicionado em embalagens correspondentes ao seu grupo de classificação: infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes. O armazenamento dever ser em local adequado, para que em seguida, aconteça a coleta e o transporte até a destinação final.

O consumidor que compra remédio na farmácia ou retira na unidade de saúde, no caso de sobra ou de vencimento de medicamento, deve retornar aos postos de saúde ou instituições que fazem a logística reversa. Desde 2018 a Servioeste atua no projeto de logística reversa de medicamento com distribuição de ecopontos para coleta.

Servioeste

A Servioeste, que atua no mercado há 20 anos, é especialista em coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde. A empresa atende mais de 16 mil clientes espalhados por cerca de duas mil cidades do Brasil.

Assim que chegam à central de tratamento, os resíduos de saúde são encaminhados para o tratamento que acontece de acordo com sua classificação, sendo realizado através dos processos de autoclavagem ou incineração. Com o tratamento o risco associado ao resíduo é eliminado e ele passa a ser considerado resíduo não perigoso.

A analista de processos ambientais da Servioeste, Letícia Sussai Manzano explica que o descarte de resíduos de saúde precisa ser feito de maneira correta para evitar riscos à população e ao meio ambiente.

“Esses materiais RSS são capazes de provocar doenças, além de contaminar à água e o solo, causando infecções diversas e vários danos a saúde. Por isso é tão importante conscientizar a população sobre as proporções desses perigos, quanto ao seu risco físico, químico e biológico para que seja feito o descarte de maneira correta e adequada”.

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde, a Servioeste também realiza a gestão de resíduos aeroportuários, logística reversa de medicamentos, licenciamentos, projetos e assessorias ambientais.

Dia Nacional da Saúde

O dia nacional da saúde foi instituído com a intenção de promover a conscientização sobre a importância dos cuidados com o corpo. A data foi escolhida em homenagem ao dia de aniversário do sanitarista Oswaldo Cruz, que fez importantes contribuições para o combate e erradicação das epidemias da peste, febre amarela e varíola no Brasil. Ele foi responsável pela criação da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz e da Academia Brasileira de Ciências.
 


Postado em 01 de Agosto às 17h15

Feira alia negócios e sustentabilidade

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Servioeste é uma das 30 empresas expositoras da Sustentare 2019 em Curitiba

Palestras técnicas, projetos inovadores e produtos sustentáveis. Este tripé forma a Sustentare
2019, uma das maiores feiras nacionais de sustentabilidade que acontece até sexta-feira, 2,
em Curitiba. O evento reúne 30 empresas e instituições expositoras e mais de 3.000 visitantes
de todo o Brasil em três dias de feira.

O Grupo Servioeste é um dos expositores e está apresentando a sua linha de produtos e
serviços para a coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde,
trabalho prestado há 20 anos em todo o Brasil. Além da divulgação do trabalho e da geração
de negócios, a empresa também aposta na pauta educacional. Quatro Ecopontos foram
distribuídos nos espaços da feira para coleta de medicamentos vencidos, dentro do projeto de
logística reversa implantado em 2018 pela empresa. Visitantes e expositores são informados
sobre a destinação correta dos remédios que, em muitas vezes, por falta de conhecimento,
acabam descartados junto com o resíduo comum.

De acordo com o organizador do evento, Valdir Bello, essa proposta de aliar a promoção de
negócios com a sustentabilidade é o grande objetivo da feira.

“Sustentabilidade é um tema muito importante e, além de uma necessidade, é um nicho de
mercado que gera muitos negócios. É preciso falar e praticar sustentabilidade de forma
paralela. A feira tem esse objetivo, fazer essa demonstração”, destaca Bello ao ressaltar que a
Sustentare é um braço da feira Reciclação, cuja última edição foi realizada em 2015, em
Blumenau/SC.

“A gente está retomando a feira com o nome Sustentare. A ideia é fazermos o evento todos os
anos em Curitiba, entre junho e agosto. A capital paranaense é perfeita como sede da feira,
porque é uma smart city (cidade inteligente), com selo ecológico e sustentável e que se tornou
referência no país”.

De acordo com o diretor da Servioeste, Jeferson Balbinot, a Sustentare já entrou no calendário
anual de feiras da empresa pela relevância e pelo protagonismo no setor.

“A feira tem sido bem produtiva para a Servioeste e está com público bem seleto, técnico e
qualificado, com interesse em ações inovadoras em sustentabilidade. Vamos participar todos
os anos, porque estamos sempre em busca de novidades e divulgando nossa marca”, sublinha
Balbinot ao adiantar que a Servioeste participará em novembro da feira mundial sobre
sustentabilidade, Ecomundo, na Itália.

Mais prática

Tanto Valdir Bello quanto Jeferson Balbinot concordam que o tema sustentabilidade precisa
avançar a teoria e alcançar mais a prática no Brasil.

“Tudo o que a gente faz, a gente gera resíduos. Precisamos gerar o mínimo possível e dar
destinação final correta para o restante. Para isso, ainda falta informação, educação,
conscientização e apoio do poder público”, afirma Bello.

“Acho que precisamos partir mais para a prática do que a teoria. Não adiante só projetos, sem
execução. Feiras como esta mostram que estamos no caminho certo, que há muitas ações
acontecendo no Brasil, especialmente na iniciativa privada, mas também no setor público,
porque quando falamos em preservar o meio ambiente também estamos falando em proteger
a saúde pública”, complementa Balbinot.