Postado em 10 de Maio às 08h36

Maternidade compartilhada com a vida profissional

Inspiração (8)

O amor de mãe é como uma plantinha semeada. Durante os nove meses de gestação, até dar à luz, cria raízes e cresce. Mas muito antes disso e após também, diversos sentimentos cercam o coração dessas mamães. São medos, preocupações e sonhos, que fazem o sentimento materno vivenciar o verdadeiro amor.

Nos dias de hoje, além de prestar atenção no desenvolvimento dos filhos, as mães dividem o tempo com o cuidado da casa e a vida profissional. A mãe moderna, como é conhecida, é de fibra e muita energia. Aqui no Grupo Servioeste, são várias mães com essas características que compõem o quadro de funcionários.

Uma delas é Andréia Fidencio. Assistente de faturamento da empresa, a colaboradora tem duas filhas, de idades diferentes. Andrelise de 17 anos e Ana Carolina de três anos.

A primeira filha não foi planejada. A gravidez foi descoberta após passar mal e ir para o hospital. Na época tinha 18 anos. “Por ser a filha mais velha da família, tinha que dar exemplo para as minhas irmãs. Quando me vi grávida foi assustador, porque não trabalhava na época e não tinha muita responsabilidade”. Além disso, aos sete meses de gestação terminou o noivado e prosseguiu com a maternidade sozinha. “Até os três anos da Andrelise, morei com meus pais. Depois conheci outra pessoa e passei 10 anos com esse companheiro”. Porém, os sonhos de Andréia se tornaram diferentes do dele e o noivado não seguiu em frente. 

Em 2010, decidiu se mudar de Uruguaiana/RS e vir para Santa Catarina. Dois anos depois conheceu o pai de Ana Carolina, que a levou a adotar Chapecó como um novo lar. “A pequena foi totalmente planejada. Conversei com meu marido no final de 2014 sobre ter um filho no ano seguinte. Ele aceitou e assim a Ana apareceu em nossas vidas”. Apesar de todo o amor cultivado durante a gestação entre a família, a necessidade de trabalhar, tanto para ajudar nas despesas da casa, como por prazer, não permitiram que ficasse muito tempo em casa. Desde os dois meses de idade, a pequena foi para a escola em tempo integral. Andréia conta que ela ficou até o fim do ano passado nessa rotina, agora vai só meio período e o outro fica aos cuidados da avó paterna. 

“Eu escolhi trabalhar para dar um conforto melhor para minhas filhas e isso é compensador. Mas, as vezes o coração fica apertado, principalmente quando deixo a Ana chorando na escola”, revela, com os olhos marejados. 

Como forma de retribuir essas horas longe, ela se dedica exclusivamente às filhas quando chega em casa. Auxilia nas tarefas e brinca com a menina mais nova.

“Quando estamos nós quatro juntos, tudo é feito em conjunto. Jantamos, almoçamos e tomamos o sorvete de domingo como um quarteto”, ressalta a mamãe Andréia. 

Amor na essência

Quem também divide a vida profissional com os cuidados maternos é Kenia Lamp, colaboradora do setor comercial da Servioeste. Mãe solo, teve Caetano com 21 anos. Na época era casada e sua gravidez foi planejada junto de seu companheiro. Porém, o relacionamento com o pai do menino não prosseguiu e a família se tornou só a mãe e o filho. “Somos só nós dois. Temos bastante abertura para falar um com o outro e isso é o mais importante entre mães e filhos hoje em dia”, explica ela.

Há quatro meses em Chapecó, os recentes moradores ainda estão se adaptando com a mudança de vida. “É uma coisa nova para os dois e a gente se adapta conforme o andar da carruagem”, brinca. “Antes, morava em Catanduvas/SC e a diferença era que tínhamos uma casa tão grande que pouco nos víamos. Agora, o apartamento que moramos é menor, o que proporciona estarmos sempre em contato”.

Toda essa interação entre os dois faz ela avaliar o quanto o jovem de 15 anos amadureceu nestes poucos meses. “Ele se tornou responsável por tarefas da casa, ajuda na limpeza e organização e estuda bastante. São atitudes que ele não tinha antes”, reflete orgulhosa. 

Mas além dessas atividades rotineiras, as horas vagas são reservadas para o lazer em conjunto. São passeios no shopping, jogos de futebol na TV, filmes e livros. Kenia entra um pouco no mundo masculino do menino e ele no mundo feminino dela.

 “Todo dia eu aprendo com ele o verdadeiro amor. Ser mãe é doação, questão de estar junto nos momentos bons e ruins, compartilhar verdade, transparência, sinceridade. Ter amor na essência”, define ela, emocionada. 

Um surpresa especial

Na manhã desta sexta-feira (10/05), quando o ônibus que transporta os funcionários da Servioeste estacionou no pátio e todos desceram para iniciar o dia de trabalho, as mamães tiveram uma surpresa. 

Na recepção da empresa, um mural um tanto especial foi montado com fotos dos filhos. A homenagem emocionou e arrancou sorrisos das mulheres que compartilham a vida profissional com o amor materno. 

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