Postado em 01 de Outubro às 08h17

O valor de uma empresa está nas pessoas!

Inspiração (13)

Histórias de colaboradores ajudam a entender a trajetória de sucesso da empresa pioneira no tratamento de resíduos de serviços de saúde

A construção da história de uma grande empresa se confunde com a história de seus líderes e também de seus colaboradores. Uma vida dedicada ao trabalho, conquistas e realizações moldadas pelo tempo de quem acreditou e seguiu o caminho do aprendizado e crescimento. A Servioeste iniciou sua história em 1999, em Chapecó/SC, com apenas três funcionários e 20 anos depois conta com 400 colaboradores em dez unidades espalhadas pelo Brasil. No ano em que comemora duas décadas de atuação, quatro colaboradores contam suas trajetórias como forma de representar os demais colegas que também têm papel fundamental na construção da história de sucesso de uma das primeiras empresas a atuar no Brasil com licença ambiental para tratamento de resíduos de serviços de saúde.

Do desemprego à realização pessoal

Prestes a se aposentar, José Borges nem pensa em deixar o emprego, situação bem diferente da que viveu há 14 anos. Depois de enfrentar um período difícil ao ficar desempregado, foi a partir de uma oportunidade na Servioeste que a vida dele mudou. No início de 2005, um amigo o indicou para a vaga de operador de incinerador, que realiza o processo de esterilização de resíduos para a redução do volume e destruição de microrganismos.

“Foi um tempo muito difícil e eu estava sem rumo. A Servioeste abriu as portas pra mim e mudou minha vida. Eu vi essa empresa crescer e cresci junto”.

Seu Borges, como é carinhosamente chamado, conta que nunca disse não a um serviço. Da incineração, passou a encarregado na central de tratamento, auxiliando nas demandas internas e depois assumiu a função de operador de autoclave, outro processo de descontaminação, onde os resíduos são submetidos ao contato com o vapor de água em altas temperaturas e pressão. Os desafios continuaram quando assumiu a vaga de motorista de caminhão de coleta que lhe possibilitou a oportunidade de conhecer vários estados brasileiros.

“Eu lembro bem o dia que tive que levar um caminhão para o Rio de Janeiro. Eu não sabia por onde ir, mas cumpri minha obrigação. Eu sempre acreditei e tive fé nas coisas. Para o trabalho dar certo, a gente tem que respeitar os colegas e se dar bem com as pessoas”.

Atualmente, seu Borges é o motorista do ônibus que transporta os funcionários da matriz, em Chapecó/SC. Sempre bem disposto, ele inicia o trabalho às 7h, passa com o ônibus por oito pontos de parada até chegar à Servioeste. Repete o trajeto ao meio-dia e às 18h, quando termina o expediente. Durante as tardes e manhãs, fica disponível para outras atividades como entregas de encomendas e serviços de bancos. Querido e respeitado por todos, não passa despercebido sem que alguém inicie uma conversa em qualquer departamento.

“Estou muito feliz em poder comemorar os 20 anos da Servioeste como um dos colaboradores mais antigos. É minha segunda casa, aqui a gente tem valor e oportunidades”. 

Uma vida motivada por desafios

A expansão da Servioeste ao longo de 20 anos levou os serviços da empresa para sete estados, com centrais de tratamentos em Chapecó/SC, Maringá/PR, Barra do Piraí/RJ, Patos de Minas/MG, Pescaria Brava/SC, Queimados/RJ, Canoas/RS, Aeroporto RIOgaleão no Rio de Janeiro/RJ, Campos de Goytacazes/RJ e Cascavel/PR.

Levar o segmento para um novo mercado é sempre desafiador, o que nunca foi problema para Sedenir Balbinot, o Chico. Inquieto e sempre em busca de desafios é a forma que ele se autoavalia ao contar sua trajetória de vida dentro da Servioeste. O jovem que aos 14 anos foi auxiliar de mecânico é hoje, aos 41, responsável pelo gerenciamento de todas as unidades da Servioeste no Rio de Janeiro, um dos estados mais populosos do Brasil.

Chico era quem cuidava da manutenção dos equipamentos da Servioeste quando ela iniciou as atividades em 1999, por meio de uma empresa terceirizada. Seis anos depois foi contratado como responsável pela operação da central de resíduos e iniciava aí uma carreira promissora.

“Em 2006 eu auxiliei na implantação da unidade da Servioeste em Maringá/PR, assumindo as funções de analista de logística, gerente operacional e comercial. Quando tudo estava andando bem, eu pedi demissão porque não tinha mais como eu crescer dentro da empresa, mas ao invés de me demitirem, me propuseram gerenciar a mais nova unidade da empresa, em Patos de Minas/MG. Eu aceitei”.

Foram três anos morando no estado mineiro até que em 2016 foi promovido mais uma vez, passando a gerente administrativo das atuais unidades da Servioeste no Rio de Janeiro: Barra do Piraí, Queimados, Aeroporto RIOgaleão e Campos de Goytacazes.

“Penso que o ser humano é movido a desafios e está sempre em busca de novidades. Quem trabalha no ramo comercial precisa se reinventar para não ficar estagnado. Hoje eu entendo o processo de todos os setores da empresa, mas isso não me faz diferente de ninguém”.

De olho no futuro, ele sonha com a carreira internacional dentro da própria Servioeste.

“Eu vi essa empresa nascer, mas é hora de olhar outros horizontes e continuar acreditando com a mesma persistência e humildade que sempre tive. A Servioeste sempre confiou em mim e me abriu portas, mas a gente só cresce se a empresa cresce”.

O zelo pelos colaboradores que construiu uma carreira de liderança

Mais do que trabalhar com pessoas é preciso entender que cada ser humano é especial e saber respeitar os valores de cada um. É com este pensamento que a gerente de Recursos Humanos da Servioeste, Velcy Zanetti, tem encarado os desafios diários ao longo dos seus 13 anos de atuação na Servioeste.

“Cada colaborador tem um papel muito importante, é preciso valorizar isso. As pessoas precisam estar bem, porque sem elas a empresa perde a razão de existir. Eu me sinto uma mãe que fica atenta a tudo e que tem a obrigação de ajudar no que for preciso”.

Velcy é a responsável pelo departamento de RH das dez unidades da Servioeste. As atividades incluem os trâmites de admissão, demissão, exames periódicos, encaminhamento de férias e todo o suporte pessoal necessário. Com a ajuda de outras duas colaboradoras no setor, Velcy explica que o maior desafio é vencer a distância e, por isso, conta também com a colaboração dos gerentes e auxiliares de cada unidade.

A gerente de Recursos Humanos é formada em ciências contábeis e sempre que tem oportunidade participa de cursos de aperfeiçoamento. Mesmo com tanta responsabilidade na empresa, sem esquecer a casa e a família para cuidar, Velcy planeja voltar para a sala de aula e fazer uma especialização.

“Eu iniciei minha carreira na Servioeste como auxiliar de escritório, depois passei a ajudar na parte financeira e há três anos assumi a gestão do RH de todas as unidades. Aqui é uma escola para a vida. Eu me sinto muito feliz e realizada com o caminho que escolhi seguir e tenho muitos motivos para comemorar os 20 anos desta empresa que sempre soube me acolher”.
 

O foco é nunca desistir

São quase 14 anos desempenhando a mesma função todos os dias. A rotina considerada um problema para muitas pessoas, nunca tirou a disposição de Edson Cheredra, o primeiro motorista a trabalhar pela Servioeste na região de Cascavel/PR. Hoje, aos 59 anos, ele faz a coleta de resíduos de serviços de saúde com a ajuda de um auxiliar em 18 municípios paranaenses, sempre primando pela qualidade do atendimento ao cliente.

“Desde que comecei, em dezembro 2005, nunca tive desentendimento com ninguém. A gente é o espelho da empresa e o cliente sempre vai ter razão. Tem que ter paciência e saber ouvir, porque tudo se resolve. Foi na base do respeito e com muito foco que eu construí minha profissão”.

Edson se considera uma pessoa organizada, programa suas coletas ainda no começo de cada semana e mantém em dia os cuidados com o caminhão que dirige. Ele conta que conhece as manias de cada pessoa com quem tem a chance de conviver diariamente e também demonstra gratidão por tudo que conquistou.

“As pessoas são humanas, sempre fui atendido e bem tratado dentro da Servioeste. Eu conquistei minha estabilidade profissional, garantindo segurança para minha família. Nesse tempo, também vi muitas pessoas crescerem dentro da empresa e a tendência é crescer ainda mais, porque a empresa está indo para outros estados e conquistando novos mercados”. 

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