Postado em 16 de Setembro às 09h05

Grupo Servioeste aposta em novas tecnologias

Inovação (14)

Investir em TI é fundamental para alcançar a excelência na prestação de serviços

Quando se fala em tempo, recursos e preocupação com os clientes, conhecimento e tecnologias são os principais aliados da empresa.

Sabendo disso, o Grupo Servioeste apostou na interligação dos sistemas de gestão de operações, coleta informatizada e rastreamento da frota. A integração visa acompanhar as coletas, o tempo de permanência dos motoristas em cada ponto, os desvios de rota e a quantidade de resíduo recolhido.

Durante os meses de agosto e setembro, colaboradores dos setores de logística das 10 unidades do Grupo Servioeste passaram por treinamento focado na melhoria do sistema de roteirização. O investimento permite aperfeiçoar o controle operacional, otimizando a tomada de decisões.

O novo roteirizador possibilita verificar as coletas e as atividades dos motoristas em tempo real, fornecendo dados para a busca de soluções diferenciadas. Os analistas de logística são responsáveis pelo monitoramento e análise das informações.

A tecnologia contribui para a gestão e redução de custos. Caso alguma coleta não tenha sido efetivada por algum motivo, a equipe entra em contato com o cliente para novo agendamento.


Postado em 08 de Setembro às 10h47

Transporte de cargas perigosas

Negócios (19)

Treinamento e atenção constante são fundamentais

Amarildo Maciel de Oliveira foi motorista profissional de cargas perigosas por 18 anos. Da prática, traz na memória as regras e detalhes do ofício. Lembra da importância dos treinamentos, da direção defensiva e do olhar sempre atento à estrada, ao veículo e à carga. “É preciso conhecer o produto que está transportando e saber que reações químicas podem acontecer. Trabalhar com cargas perigosas requer domínio e controle do veículo, uso de EPI´s e resposta rápida no caso de emergência para evitar danos a si mesmo, aos outros e à natureza”.

Produtos perigosos são aquelas que apresentam algum risco ao meio ambiente ou à saúde humana. Diferentes atividades industriais, comerciais ou de prestação de serviços utilizam substâncias perigosas e também geram inúmeros resíduos classificados como perigosos. 

O que determina sua periculosidade são suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas tais como: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica estas substâncias que podem provocar intoxicação, doenças e/ou morte, além de afetar a qualidade ambiental.

Legislação


O transporte de cargas perigosas está entre os transportes mais difíceis do setor e demanda profissionais altamente treinados, comenta Vinícius Variani, Gerente de Logística do Grupo Servioeste, empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos sólidos.

A resolução da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT 5232/2016), o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (Res. 5.848 ) e a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, estabelecem requisitos e procedimentos que garantem a preservação das condições de acondicionamento dos resíduos, a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente.

O condutor deve ter certificação do curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigoso (MOPP), regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), e passar por reciclagens periódicas.

Treinamento

“Nossos colaboradores são treinados para que sigam todos os procedimentos de segurança, prevenção de acidentes, evasão e contenção. As capacitações são focadas na direção defensiva e consciente, redução de custos e na prevenção de acidentes. Os treinamentos possibilitam troca de experiência entre os colaboradores e isso é interessante para a equipe”
, relata Vinícius.

A empresa transportadora precisa dispor de uma série de certificados e licenças. Os veículos devem ser identificados, portar documentos de inspeção e adequação emitidos por entidades credenciadas.

Realizamos check list nos veículos a cada retorno do motorista à empresa, verificando a parte mecânica e controle de itens obrigatórios de segurança. Monitorar a frota em tempo real ajuda na gestão do processo. Sempre oriento aos motoristas para estarem atentos e somente rodarem com o veículo em perfeitas condições de circulação. Em se tratando de transporte de produtos perigosos, qualquer desgaste mínimo pode colocar todos em risco. Manutenção preventiva é a melhor solução”, conclui Vinícius.


Postado em 02 de Setembro às 14h07

Câmara de Vereadores de Chapecó homenageia Servioeste

Inspiração (16)

Moção valoriza legado social e fomento à economia do Município

O Poder Legislativo de Chapecó aprovou por unanimidade envio de moção de reconhecimento à Servioeste e seus colaboradores pelos 21 anos de serviços prestados “com excelência e qualidade”. A proposição do Vereador Jatir José Balbinot valoriza a representatividade da empresa, o comprometimento social e o fomento à economia da região.

Para Doacyr Balbinot, presidente do Grupo Servioeste, receber essa moção é motivo de honra: “Incentivamos o desenvolvimento sustentável por meio do trabalho realizado em mais de 600 municípios brasileiros. Nossos serviços são essenciais para a preservação da saúde pública e do meio ambiente. Esse reconhecimento é muito gratificante.”

A Servioeste é pioneira no tratamento de resíduos de saúde. Contribuiu sensivelmente para regulamentar o setor de gestão de resíduos, colaborando com a construção da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O que é?

Moção de Reconhecimento é uma maneira de homenagear pessoas ou instituições que se destacam pela atuação e/ou relevantes serviços prestados ao Município, como forma de valorizar ações em prol do desenvolvimento econômico, social e cultural.
 


Postado em 01 de Setembro às 09h27

Resíduos de cemitérios

Meio Ambiente (78)

Descarte deve obedecer à legislação

Cemitérios, crematórios e funerárias são considerados pela Anvisa como geradores de resíduos de saúde, portando, responsáveis pelos materiais derivados de sepultamentos, exumações e cerimônias fúnebres.

A cultura do sepultamento remete há 100 mil anos antes de Cristo. Os cemitérios não eram vistos como fontes de contaminação e transmissão de doenças. Somente a partir do século XVIII, a preocupação voltou-se a estes locais.

Segundo pesquisadores, o necrochorume é o principal resíduo de contaminação originado de corpos em decomposição. Ao penetrar nos lençóis freáticos, estas substâncias podem poluir solo, água e afetar a saúde humana.

O que fazer

Após 3 anos de sepultamento, a exumação de corpos está liberada. Geralmente ocorre para liberar jazigos ao remover restos mortais para outros locais. Urnas, caixões de madeira, roupas, coroas, flores e demais objetos gerados da exumação precisam de tratamento específico e destinação final adequada.

Os geradores de resíduos de saúde devem seguir as normativas vigentes e contratar empresa especializada no tratamento de materiais contaminados. Um bom Plano de Gerenciamento (PGRSS) contribui para a correta segregação e acondicionamento destes resíduos.


Postado em 26 de Agosto às 11h17

Como funciona um aterro sanitário

Meio Ambiente (78)

A função é garantir a disposição final segura de resíduos sólidos

Os aterros sanitários servem para a disposição final de resíduos de diversas naturezas. O Ministério do Meio Ambiente caracteriza aterro sanitário como uma obra de engenharia projetada sob critérios técnicos.

A construção de um aterro precisa ser autorizada por órgãos competentes. Todas as ações relativas ao aterro passam por constante monitoramento e fiscalização.

A finalidade de um aterro sanitário é garantir a disposição final de resíduos sólidos de forma segura à saúde pública e ao meio ambiente.

Confira as explicações de Mauro Miguel Narciso, Engenheiro Sanitarista e Ambiental, responsável técnico do Grupo Servioeste.

Quais tipos de resíduos um aterro pode receber?

Existem diferentes tipos de aterros e cada um deles é projetado para receber determinados resíduos. Nos aterros Classe I são depositados resíduos perigosos, com características tóxicas, inflamáveis e patogênicas.

Os aterros sanitários comuns recebem resíduos Classe II, tais como: domiciliares – chamado lixo comum; comerciais; de prestação de serviços; industriais - a depender de suas características; resíduos de serviços de saúde (RSS) pós-tratamento pertinente.

Como é construído?

Existem várias técnicas de construção de aterro sanitário ou industrial, que levam em conta a geologia e a topografia local. São feitas escavações e impermeabilizações para o tratamento dos subprodutos resultantes da disposição, basicamente os líquidos percolados (chorume) e os gases que deverão ser tratados em sistemas específicos, de acordo com suas particularidades.

Pode ser próximo ao perímetro urbano?

A construção de um aterro preciso levar em conta a legislação ambiental e os planos diretores municipais. Requer Licença Ambiental Prévia; Licença Ambiental de Instalação e Licença Ambiental de Operação. As obras não devem estar muito próximas ao perímetro urbano, nem muito distantes a ponto de inviabilizar a logística operacional do processo.

Qual o tempo de vida útil de um aterro?

A vida útil de um aterro sanitário varia de acordo com a área disponível e a quantidade de material a ser depositado. Normalmente, um aterro é projetado para durar mais de 20 anos, visto o volume de investimento requerido para construção e operação.

O que acontece depois que um aterro é totalmente preenchido?

Depois de totalmente preenchido, existe um fechamento que garantirá a não contaminação externa. A área poderá servir de parques ou áreas de reflorestamento, sempre em conformidade com as características locais. Por ser um ambiente vulnerável, não poderão ser construídas moradias ou edificações comerciais.

O que ocorre com o passar dos anos?

Com o passar dos anos o material depositado se decompõem, gerando subprodutos, como gases e líquidos percolados (chorume). O solo vai se estabilizando e deve ser controlado de forma permanente.


Postado em 18 de Agosto às 15h04

Empresa Cidadã

Responsabilidade social da Servioeste é valorizada

O Grupo Servioeste, referência em gerenciamento de resíduos sólidos nas regiões sul e sudeste do Brasil, é reconhecido como Empresa Cidadã pelo Rotary Club de Volta Redonda (RJ). O certificado torna a Servioeste parceira do Rotary no desenvolvimento de projetos humanitários em todo o mundo.

Doacyr Balbinot, presidente do Grupo, recebeu o título Companheiro Paul Harris, uma distinção pelos valores defendidos, dentre eles, responsabilidade social e sustentabilidade. “Nós prestamos um serviço que ultrapassa a linha dos negócios e visa a qualidade de vida, o bem-estar, o equilíbrio ambiental. Desde sua fundação há mais de 20 anos, a empresa trabalha para construir presente e futuro melhores para a humanidade. Esta é uma homenagem a todos os nossos colaboradores e uma prova da dedicação e comprometimento do Grupo com a saúde coletiva e o meio ambiente". 


Postado em 14 de Agosto às 09h59

Resíduos industriais

Meio Ambiente (78)

Excelência na gestão promove a sustentabilidade

As atividades da indústria são essenciais ao desenvolvimento social. Geram milhões de postos de trabalho, desenvolvem produtos vitais para a humanidade, como medicamentos, membros artificiais, além de diversos aparatos tecnológicos que facilitam nosso dia a dia. Contudo, o segmento é responsável pela produção de imensa quantidade de resíduos que, quando mal gerenciados e dispensados indevidamente, causam prejuízos à saúde e ao meio ambiente.

Os resíduos industriais são provenientes de processos produtivos e devem ter controle específico, de acordo com normativas e legislações estaduais e federais. Os chamados geradores de resíduos são obrigados por lei a cuidar de maneira contínua e ininterrupta, da segregação, transporte, tratamento e destinação final das sobras oriundas do processo produtivo.

Há inúmeros tipos de resíduos derivados da atividade fabril. Alguns deles são classificados como perigosos em razão de suas características como inflamabilidade, corrosividade, toxicidade. É o caso dos derivados de petróleo (óleo, tintas, graxas, solventes), de lodos gerados no tratamento de efluentes, resíduos de baterias à base de chumbo, etc.

Legislação

Uma indústria ambientalmente consciente é administrada levando em conta o Plano Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), que prevê a elaboração e constante atualização do plano de gestão de resíduos, no qual constam os tipos de resíduos produzidos, suas características, modos de armazenamento, informações sobre transporte e destinação final.

Devido ao risco que representam à saúde pública e à qualidade ambiental, alguns resíduos industriais precisam receber tratamento e destinação final adequadas. O mal gerenciamento pode causar danos permanentes à fauna, à flora, à saúde pública, bem como acidentes de trabalho.

O descaso com os resíduos produzidos não implica apenas em multas, distratos e ausência de financiamento. A insatisfação dos clientes com prejuízos à natureza, muitas vezes, acarreta na perda de credibilidade. Por outro lado, cumprir com as obrigações ambientais e executar ações sustentáveis pode render ótimas oportunidades de negócio.

Mauro Miguel Narciso, Engenheiro Sanitarista e Ambiental, responsável técnico da Servioeste, lembra que o setor de tratamento de resíduos industriais passou a crescer a partir do momento em que os órgãos competentes, com o apoio primordial do Ministério Público, começaram a fiscalizar empresas quanto ao seguimento da legislação ambiental.

A implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, cujo objetivo é a proteção da saúde pública e da qualidade ambiental, exigiu mudanças no comportamento dos empresários. Muitos, porém, sempre tiveram uma visão sustentável.
 

Gestão de resíduos

Artur Deiss, Diretor da Brasplast, indústria de embalagens plásticas, conta que a preocupação com o meio ambiente nasceu junto com o negócio, há 32 anos. “A empresa sempre se preocupou com a destinação e aproveitamento de materiais. Além disso, todos os nossos fornecedores passam por processo de qualificação que leva em conta o respeito ao meio ambiente”, ressalta Artur.

O processo produtivo industrial da Brasplast gera diversos tipos de resíduos, o que exige da empresa muito planejamento e controle. São plásticos, sucatas de metal, tubetes de PVC, papelão, fitas adesivas, papéis, madeiras de paletes, etiquetas, panos contaminados com tinta, solvente, adesivo, óleos e graxas.

Segundo Artur, esses materiais são classificados e segregados. Alguns são vendidos, outros doados. Os resíduos considerados perigosos são destinados à Servioeste, empresa responsável pela coleta, tratamento e destinação final.

Os investimentos em gestão ambiental, em pesquisa e desenvolvimento de produtos biodegradáveis e o reúso de materiais, insere a empresa nos propósitos da economia circular e atende às expectativas dos clientes e da sociedade. “Cumprir com a legislação ajuda a conscientizar nossos colaboradores e evita qualquer impacto ambiental que possa ser gerado em decorrência do processo fabril. Também realizamos constantes treinamentos sobre classificação, separação e destinação correta dos resíduos”, conclui Artur.

Mercado

O setor de tratamento de resíduos industriais no Brasil cresceu mais de 20% nos últimos anos. O mercado brasileiro para a indústria de proteção ambiental em resíduos industriais é estimado, atualmente, em R$13 bilhões, informa a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). Para a entidade, o crescimento está ligado às necessidades de investimentos cada vez mais robustos em gestão ambiental e sustentabilidade.

A Abetre ressalta que o Brasil possui tecnologia de ponta e empresas altamente capacitadas para o tratamento de resíduos e recuperação de áreas contaminadas. “O setor privado de tratamento de resíduos no país constituiu-se hoje na solução ambiental mais viável e segura economicamente para as empresas geradoras e para os gestores públicos”, conclui.

O Grupo Servioeste possui 10 centrais de tratamento de resíduos em sete estados brasileiros. Coleta, transporta e encaminha para destinação final resíduos de serviço de saúde, urbanos e industriais em mais de 600 municípios Brasil afora.