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Postado em 25 de Junho às 09h31

Expansão

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Servioeste anuncia nova central de tratamento

A cidade de Campos dos Goytacazes sediará a nova Central de Tratamento de Resíduos de Saúde do Grupo Servioeste. As operações iniciam ainda em 2021. As negociações foram conduzidas pelo Presidente do Grupo Servioeste, Doacyr Balbinot.

Segundo o Prefeito de Campos, Wladimir Garotinho, “o empreendimento vai gerar 100 empregos diretos e contribuirá para aumentar a pontuação do ICMS Verde." O chamado ICMS Ecológico é uma prática de redistribuição de recursos do ICMS aos municípios, focada na preservação ambiental e no incentivo a busca por receitas e melhoria na qualidade de vida.

Doacyr Balbinot, Presidente do Grupo Servioeste, ressaltou a importância da parceria.

“A Servioeste tem expertise de 22 anos no processo de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos de saúde. A empresa já atua em Campos dos Goytacazes via cooperação comercial. A central de tratamentos na cidade vai melhorar os processos, contribuirá com a renda de centenas de famílias, além de ajudar na preservação do meio ambiente, do ecossistema local e da saúde coletiva de toda a população.” 


Postado em 02 de Março às 09h31

Compliance e sustentabilidade garantem 21 anos de atuação no mercado de resíduos

Negócios (23)

Servioeste é referência e pioneira no gerenciamento de resíduos sólidos

Doacyr Balbinot, fundador e Presidente do Grupo, lembra que a “Servioeste tem cerca de 1000 colaboradores diretos e indiretos e trabalha pela qualidade de vida das pessoas e pela sustentabilidade do planeta. Estamos presentes no dia a dia de milhões de habitantes em todo o território nacional. Temos muita responsabilidade pelos serviços que prestamos, por isso, decidimos apostar no Conselho Administrativo para qualificar a gestão e o trabalho da empresa.”

Transparência

A governança corporativa fortalece a relação com clientes públicos e privados, facilita a condução dos negócios e proporciona vida longa à empresa.

A Servioeste incorpora os conceitos de Compliance e Environmental, Social and Corporate Governance (ESG), e pauta-se na execução de medidas internas para a observância dos padrões de conduta social e ambiental.

Os membros do Conselho Administrativo da Servioeste estão alinhados quanto às orientações normativas dos órgãos de regulamentação e quanto aos princípios da empresa. Na foto, os membros do conselho, da esquerda para direita: Roberto Melo, Douglas Roberto Festa, Deivid de Oliveira, Sandra Balbinot, Doacyr Balbinot, Dayane Balbinot, Cristian Balbinot, Vanderlei Gonçalves.


Deivid de Oliveira, Vice-presidente do Conselho e Diretor Operacional do Grupo Servioeste, pontua que a atuação do Conselho Administrativo, focada na transparência e governança corporativa, contribui para que colaboradores, parceiros e fornecedores estejam em sintonia e atuem em conformidade com as regras dos organismos reguladores, buscando garantir lisura nos processos, credibilidade e alcance das metas institucionais.

Gestão qualificada

Diretores Executivos, também chamados Chief Executive Officer (CEO), têm papel estratégico nas empresas e a responsabilidade de executar as diretrizes propostas pelo Conselho Administrativo.

Em julho de 2020, Vanderlei Gonçalves assumiu como CEO da Servioeste. Formado em Ciências Contábeis, com especialização em Marketing e expertise de mais de 30 anos em empresas nacionais e multinacionais, Vanderlei ingressou na empresa para qualificar a gestão. Com foco nos resultados, Vanderlei trabalha para garantir a saúde e o sucesso dos negócios, pautado pelos princípios da transparência, governança social e ambiental.

“A Servioeste tem ótimos resultados e uma dinâmica comercial específica. Nasceu em Chapecó e há anos atua no sul e sudeste brasileiro. Somos fortes no Rio de Janeiro, por exemplo. Isso demonstra que a gestão é visionária. Nossa meta é manter a empresa aquecida em termos de expansão e capilarização territorial”, conclui Vanderlei.
 


Postado em 25 de Janeiro às 09h50

Servioeste Canoas

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Unidade recebe destaque por desempenho

Deivid Oliveira, Diretor Operacional do Grupo Servioeste, esteve durante dois dias na Servioeste Canoas, importante unidade de coleta e tratamento do Grupo. O propósito do trabalho in loco foi discutir questões operacionais e novos projetos.

No período da visita, a Servioeste Canoas recebeu da Unimed Vale do Taquari e Rio Pardo, comunicado de avaliação de desempenho de fornecedores, destacando a qualidade dos serviços prestados. 


Postado em 24 de Novembro de 2020 às 09h56

Tratamentos de Resíduos de Serviços de Saúde

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Tipologia, características e níveis de periculosidade determinam tratamento

O tratamento de resíduos consiste na aplicação de método, técnica e/ou processo para desativar os riscos químicos e biológicos de materiais contaminados, de acordo com os padrões exigidos pelos órgãos reguladores (Anvisa e Conama), eliminando ou reduzindo a possibilidade de contaminação, acidentes ocupacionais e danos ambientais.

Existem diferentes tipos de tratamentos de resíduos de saúde. Qualquer tecnologia de tratamento (térmica, química ou por radiação) deve ocorrer em condições técnicas de forma a garantir segurança, evitar prejuízos à saúde, ao meio ambiente e atender aos padrões estabelecidos pelos órgãos de controle ambiental

A definição técnica pelo tipo de tratamento adequado passa pelo conhecimento da tipologia do resíduo, suas características e níveis de periculosidade especificados em normativas.


 

Conheça alguns tipos comerciais de tratamentos de RSS

Autoclavagem: este tipo de tratamento efetua a desinfecção dos resíduos através da aplicação de vapor saturado, no interior de uma câmara estanque, sem a presença de oxigênio, sob pressão superior a pressão atmosférica, cerca de 2,5 kgf/cm². Os resíduos são esterilizados a temperatura de 140ºC. O efluente (líquido) resultante do processo é enviado para estação de tratamento de efluentes. Os resíduos esterilizados devem ser depositados em aterro para resíduos Classe II devidamente licenciado.

Incineração: o tratamento por incineração consiste na destruição térmica realizada em incineradores sob alta temperatura (800 a 1200º) e fornece destruição quase completa do volume inicial. A técnica é utilizada em resíduos de alta periculosidade, ou que necessitam de destruição completa e segura. O resíduo proveniente deste processo é apena cinzas, já caracterizadas como resíduo classe II.

Microondas: é uma tecnologia de tratamento térmico a temperaturas que variam entre 95 e 105ºC, com vibrações eletromagnéticas de alta frequência, promovendo a desinfecção dos resíduos. São específicos para resíduos dos grupos A1, A2, A4 e E. As ondas eletromagnéticas de alta frequência eliminam organismos microbiológicos. Este sistema também promove a descaracterização e a redução do volume dos resíduos tratados. Os resíduos devem ser submetidos a processo de trituração e umidificação. Este tratamento não gera emissão de gases, efluentes líquidos, odor ou ruído prejudiciais ao meio ambiente, e não utiliza produtos químicos no processo de desinfecção. Os resíduos esterilizados devem ser depositados em aterro para resíduos Classe II devidamente licenciado.

Pirólise: caracteriza-se pela degradação térmica dos resíduos em atmosfera deficiente de oxigênio, capaz de estabilizar as características físico-químicas e biológicas dos resíduos, reduzindo o volume final do material. Os gases decorrentes do processo devem passar por tratamento de antes de serem emitidos na atmosfera. A técnica apresenta o potencial de geração de energia na forma de combustíveis.

Plasma (ou Tocha de plasma): considerado um dos estados da matéria, o plasma é basicamente um gás ionizado. O tratamento por plasma consiste em transformar os resíduos em gás e posteriormente em plasma, num sistema fechado e isolado. A tecnologia requer alto consumo de energia, portanto tem custo bastante elevado.

Gaseificação: A gaseificação pode ser definida como a oxidação parcial de material carbonáceo sólido ou semissólido (biomassa, resíduos, carvão, etc.), em temperatura mediana e pressão variável, por reação com um agente gaseificante (ar, vapor d’água ou gás carbônico). O produto principal da gaseificação é um gás combustível (potência térmica ou elétrica).

Aquecimento por óleo térmico: Ocorre por transferência de calor. O método possibilita a descaracterização e redução do volume do resíduo, com pequeno aumento do teor de umidade e do peso. Não emite gases tóxicos e efluentes líquidos, mas necessita de mão de obra especializada para operação e manutenção.

Ionização ou Radiação: Consiste em destruir os agentes patológicos presentes nos resíduos mediante sua exposição a radiações ionizantes. Deve-se realizar a trituração preliminar para melhorar a eficiência do procedimento. O um processo requer conhecimento tecnológico especializado e necessita de estruturas físicas adequadas. 


Postado em 08 de Setembro de 2020 às 10h47

Transporte de cargas perigosas

Negócios (23)

Treinamento e atenção constante são fundamentais

Amarildo Maciel de Oliveira foi motorista profissional de cargas perigosas por 18 anos. Da prática, traz na memória as regras e detalhes do ofício. Lembra da importância dos treinamentos, da direção defensiva e do olhar sempre atento à estrada, ao veículo e à carga. “É preciso conhecer o produto que está transportando e saber que reações químicas podem acontecer. Trabalhar com cargas perigosas requer domínio e controle do veículo, uso de EPI´s e resposta rápida no caso de emergência para evitar danos a si mesmo, aos outros e à natureza”.

Produtos perigosos são aquelas que apresentam algum risco ao meio ambiente ou à saúde humana. Diferentes atividades industriais, comerciais ou de prestação de serviços utilizam substâncias perigosas e também geram inúmeros resíduos classificados como perigosos. 

O que determina sua periculosidade são suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas tais como: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica estas substâncias que podem provocar intoxicação, doenças e/ou morte, além de afetar a qualidade ambiental.

Legislação


O transporte de cargas perigosas está entre os transportes mais difíceis do setor e demanda profissionais altamente treinados, comenta Vinícius Variani, Gerente de Logística do Grupo Servioeste, empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos sólidos.

A resolução da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT 5232/2016), o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (Res. 5.848 ) e a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, estabelecem requisitos e procedimentos que garantem a preservação das condições de acondicionamento dos resíduos, a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente.

O condutor deve ter certificação do curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigoso (MOPP), regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), e passar por reciclagens periódicas.

Treinamento

“Nossos colaboradores são treinados para que sigam todos os procedimentos de segurança, prevenção de acidentes, evasão e contenção. As capacitações são focadas na direção defensiva e consciente, redução de custos e na prevenção de acidentes. Os treinamentos possibilitam troca de experiência entre os colaboradores e isso é interessante para a equipe”
, relata Vinícius.

A empresa transportadora precisa dispor de uma série de certificados e licenças. Os veículos devem ser identificados, portar documentos de inspeção e adequação emitidos por entidades credenciadas.

Realizamos check list nos veículos a cada retorno do motorista à empresa, verificando a parte mecânica e controle de itens obrigatórios de segurança. Monitorar a frota em tempo real ajuda na gestão do processo. Sempre oriento aos motoristas para estarem atentos e somente rodarem com o veículo em perfeitas condições de circulação. Em se tratando de transporte de produtos perigosos, qualquer desgaste mínimo pode colocar todos em risco. Manutenção preventiva é a melhor solução”, conclui Vinícius.


Postado em 30 de Julho de 2020 às 14h38

Gerenciamento de resíduos

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Revisar normativas e resoluções contribui para a redução de custos

Gerenciar resíduos de serviços de saúde (RSS) envolve um conjunto de procedimentos devidamente planejados com base em diretrizes, resoluções e normativas técnicas. A implementação das ações de manejo dos resíduos objetiva minimizar custos, mitigar impactos ambientais, proteger trabalhadores, preservar a saúde pública e os recursos naturais.

Danielly Negrão, Doutora em Enfermagem com ênfase em gestão de resíduos de serviços de saúde, afirma que a eficiência na gestão dos RSS exige dos profissionais da saúde um posicionamento de consumo consciente para diminuir a quantidade de resíduos gerados e evitar desperdícios. O descarte correto nas lixeiras específicas para cada grupo evita a contaminação dos demais resíduos, a consequente elevação dos custos e a exposição dos trabalhadores a riscos ocupacionais. "Conhecer a composição dos RSS, as características do perfil de geração, os locais que mais geram resíduos, os horários de pico são ações estratégicas para o bom gerenciamento”, conclui professora Danielly.

A correta gestão começa pela revisão periódica do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). Doutora Renata Orofino, coordenadora médica da Comissão de Controle de Infecção do Hospital de Campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro, no Riocentro, reforça que o Plano reduz a produção do resíduo, os custos com o descarte e os riscos de acidentes de trabalho, principalmente com perfurocortantes.”

A Servioeste oferece capacitações para empresas levando em conta a legislação e alternativas para minimização de custos, impactos ao meio ambiente e segurança no manejo dos resíduos. Dalila Gonçalves, Engenheira Ambiental e Sanitarista do Grupo Servioeste, observa que o treinamento é uma etapa muito importante dentro de uma empresa, pois permite que o colaborador compreenda todo o processo de gestão de resíduos: segregação, acondicionamento, identificação, armazenamento, coleta interna e externa, transporte, processos básicos de tratamento dos resíduos como autoclavagem, incineração e disposição final.

Todas essas etapas requerem treinamento, planejamento, monitoramento, avaliação, registros contínuos. Solicite seu orçamento.


Postado em 22 de Julho de 2020 às 10h27

Novo acesso ao MTR IMA/SC

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Atenção usuários: Novo endereço de acesso ao sistema de MTR do IMA/SC.

Agora para emissão de MTR do estado de Santa Catarina, os usuários devem acessar o site: mtr.ima.sc.gov.br ou clique na imagem que será direcionado automaticamente.

o link antigo: mtr.fatma.sc.gov.br já foi desativado.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Servioeste, através do nosso chat online, whatsapp: (49) 99817-8639 ou clique aqui.


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