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01 de dezembro, 2021 / 09h08 Por Redação

Dezembro Vermelho

Prevenção e fim do preconceito

Dezembro Vermelho

Em 2020, foram 1,5 milhão de novas infecções por HIV no mundo. Apesar destes dados e mesmo passados 40 anos do início da pandemia de HIV no mundo, a população infectada ainda sofre com discriminação e estigma, é alijada do convívio familiar e social, de oportunidades de estudar e trabalhar. 

Na década de 1980, quando a Aids foi descoberta, receber o diagnóstico era também receber uma sentença de morte. Na época, a estimativa de vida era de seis meses. Atualmente, a realidade é outra. “A doença não tem cura, mas tem tratamento. A Aids em si não é uma doença incapacitante, mas o preconceito gera distanciamento social e dificuldades no combate à disseminação e tratamento”, afirma Dirceu Hermes, Presidente do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (Gapa) de Chapecó (SC).

Intolerâncias enraizadas no contexto sociocultural e desinformação são as causas da construção de estereótipos e preconceitos. Aids nada tem a ver com gênero e sim com o ato sexual desprotegido e compartilhamento de seringas. O uso de preservativos é uma forma eficaz de prevenir a infecção pelo HIV. 

Pesquisa sobre o Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil mostrou que das 1.784 pessoas entrevistadas,

- 64,1% já sofreram alguma forma de estigma ou discriminação pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS;

- 46,3% já foram afetadas por comentários discriminatórios ou especulativos;

- 41% do grupo dizem ter sido alvo de comentários feitos por pessoas da própria família.

As situações de discriminação incluem assédio verbal, perda de fonte de renda ou emprego e agressões físicas.

Dirceu Hermes narra que muitas pessoas deixam de fazer o teste para identificar sua sorologia pelo medo de serem descobertas e julgadas. “O estigma e discriminação social, atrapalham a testagem, a adesão ao tratamento, e a prevenção, com no uso da camisinha que deve ser acordada nas relações sexuais. Aids não tem cura, preconceito sim!”, finaliza Dirceu.

O tratamento do HIV/Aids permite que as pessoas portadoras tenham vida longa e saudável, além de ajudar na diminuição da transmissão do HIV. Estigma, discriminação, criminalização e violência impedem a obtenção de cuidados necessários.


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